sábado, 2 de janeiro de 2010
Tudo novo
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Quem ama não trai

terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Revival

Se você leu a edição de hoje do jornal A Tribuna, de Santos, ou se navegou pelo site do jornal, você não está vendo demais, não está com o sono atrasado, nem lendo coisas onde não há nada: Giovanni quer, sim, jogar pelo Santos em 2010. E está muito próximo disso.
Estava ao lado do ótimo repórter Luciano Ribeiro quando ele falava por telefone com o Estado do Pará. Do outro lado da linha, o maior ídolo da torcida santista nos anos 90 revelava o desejo de voltar. Aos 37 anos, afirma estar em boa forma física e precisaria de uns 15 dias para ficar pronto para ir a campo. Não joga uma partida oficial desde a metade do ano passado, quando deixou o Mogi Mirim.
Giovanni está mais perto da Vila do que ele mesmo imagina. Não somente pelo que ele fez no Pacaembu no final da tarde de 10 de dezembro de 1995, mas por dois fatores que hoje são decisivos: o primeiro é o fato do presidente do Santos, Luiz Álvaro Ribeiro, jamais ter aceitado a forma como o Messias saiu do Santos, no início de 2006. Ele foi escurraçado junto com Luizão e Cláudio Pitbull, assim que Vanderlei Luxemburgo pisou na Vila Belmiro. Como as vitórias encobrem os erros, o Santos foi campeão paulista naquele ano e boa parte da torcida esqueceu deste fato.
O segundo fator responde pelo nome de Jamelli. O ex-companheiro de Giovanni em 1995 e 1996 é o atual gerente de futebol do Sanos. Os dois se falam a todo instante.
Se Giovanni jogar seis meses, dedicaria o restante do tempo a caçar talentos lá pela Região Norte. Foi ele quem trouxe um tal de Paulo Henrique Ganso, a quem Caio Ribeiro (o da Globo, ex-jogador) classificou para o blogueiro como um "baita jogador".
Giovanni está perto. Não está 100% certo, mas está muito mais próximo do que estaria se diretoria e treinador não tivessem mudado. Quer ser o Giovanni de 1995. Sem Luxemburgos, sem Márcios Rezendes, apenas ele e a torcida.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Escassez
sábado, 26 de dezembro de 2009
Quem avisa...

Não sou nem nunca tive vocação para ser abutre. E se tem algo do qual tenho plena consciência é que a diretoria do Santos não tem nem duas semanas de trabalho oficial.
Porém (e essa palavra justifica muita coisa), algumas coisas precisam ser colocadas de forma clara. Por mais que Jamelli & cia. estejam trabalhando para montar o time para 2010, não dá para considerar os Brunos (Rodrigo e Aguiar) e Marquinhos como reforços. Podemos classificá-los como contratações. Entre contratações e reforços, como diria o saudoso repórter Pinheiro Neto, "há um oceano, não é, boa gente?"
Os Brunos foram bem em Portuguesa e Guarani, respectivamente, mas Santos Futebol Clube é outra conversa. É uma responsabilidade maior, torcida maior, visibilidade maior e a consequente cobrança maior. Se não agradar a uma meia dúzia de malas que frequentam as sociais da Vila Belmiro, um abraço.
Marquinhos foi bem no Avaí. E só no Avaí. No São Paulo e no Flamengo, nada. Dizem que ele sofreu uma contusão na Gávea e isso o atrapalhou. Mas o resultado final não foi bom.
Agora surge o nome de Souza, aquele mesmo que a torcida do Corinthians adora. Acho que o Santos poderia dar uma olhada um pouco melhor no mercado da bola. Se não era unanimidade no Flamengo e se é uma unanimidade negativa no Corinthians...
É cedo para falar qualquer coisa? Sim, é. Mas é importante falar antes. Se as contratações mostrarem que são reforços e calarem a boca do blogueiro, este espaço será utilizado para admitir o engano. Se tudo se confirmar, houve o aviso...
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Feliz Natal
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Eu voltei

terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Outra vez
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Mas é estranho

domingo, 20 de dezembro de 2009
Curto e grosso

Exceção feita a quem está de plantão, como é o caso do blogueiro, domingo é dia de descansar o corpo e a mente. Potanto, vamos elaborar uma conta rápida para não queimar os neurônios sem a devida necessidade.
Lionel Messi, o argentino mais espanhol que existe, foi escolhido o melhor jogador do Mundial de Clubes. Já havia marcado um gol decisivo contra o Atlenate, fez o gol do título do Barcelona (se foi por acaso ou não é outra discussão) e foi eleito o melhor jogador da decisão.
A matemática é simples: O Barcelona venceu a Liga dos Campeões e Messi foi escolhido o melhor jogador da competição. Some a isso a Bola de Ouro da revista France Football. Acrescente agora o título mundial e o prêmio de melhor jogador da competição.
Resultado: alguém duvida que nesta segunda-feira ele receberá o prêmio de melhor jogador do mundo?