quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Eu voltei


Vocês repararam que não explorei muito o assunto Michael Schumacher enquanto a coisa toda não se confirmou. A Fórmula 1 é cheia de especulações (embora nos últimos tempos a maioria tenha sido verdade) e não valeria a pena ficar discutindo o "pode ser".
Mas o caso de Schumacher não "pode ser". O caso de Schumacher "é". O alemão chega aos 41 anos dia 3 de janeiro e volta ao cockpit depois de três temporadas fora, aliás, aposentado. Vai mesmo pilotar a Mercedes GP.
Vamos aos fatos: a Mercedes GP até outro dia era Brawn GP, aquela mesma equipe novata, que não passaria do Q1, andaria lá atrás e encerrou o ano com os títulos de pilotos e de construtores. Isso sem ter a Mercedes por trás.
A então Brawn GP era comandada por Ross Brawn, um mestre em estratégias de corrida, que quando trabalhou na Ferrari comandou por dezenas de vezes os trabalhos para que um certo alemão vencesse as provas, um tal de Michael Schumacher, que agora volta a trabalhar com o antigo estrategista.
Se isso vai representar mais vitórias para o alemão, não se sabe. Discutir se ele pode ou não ser campeão novamente não leva a nada neste momento. O talento dele é acima da média e a idade não fala alto com ele, mas não se sabe que carro ele terá em mãos. Se for um carro igual ou melhor ao que levou Jenson Button a vencer seis etapas neste ano, a Era Schumacher estará de volta. Mas, neste momento, não é isso que importa. O fato é que a presença do alemão vai esquentar ainda mais um grid que já vinha empolgante. E vai disparar comercialmente os interesses da Fórmula 1.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Outra vez

Vanderlei Luxemburgo reapareceu. Fui informado há 10 dias que ele passaria um tempo no Nordeste para descansar, antes de assumir o Atlético-MG.
Mas ele resolveu voltar. Mandou (ou mandaram por ele) um texto em seu blog descendo a ripa no J. Hawilla, que andou falando do treinador à TV Bandeirantes. Hawilla é o dono da Traffic, parceira do Palmeiras, de onde Luxa levou um bico no início do segundo semestre.
Não vi as declarações de J. Hawilla, mas uma coisa é certa: já passou da hora de Luxa esquecer o Palmeiras. Ele passou meses no Santos, falando do Palmeiras. O desempenho pífio de sua última passagem pela Vila Belmiro tinha, na cabeça dele, dois culpados: a Imprensa e o Palmeiras. Os resultados não vieram no Santos por culpa do Belluzzo, só faltou dizer isso.
No penúltimo post de Luxa, mais uma vez atacando a Imprensa, este blogueiro enviou um comentário, devidamente deletado e não publicado no blog do treinador, mas que basicamente dizia o seguinte: Não faça com o Galo o que o sr fez com o Santos. O sr é treinador do Atlético-MG, não do Palmeiras. Esqueça o Palestra Itália. E mais: a torcida atleticana não tem a mesma paciência, nem a mesma meia-dúzia de alienados que frequentam as cadeiras da Vila Belmiro. Em Belo Horizonte, ou o foco é o clube, ou o sr pode deixar a Cidade do Galo, virar para a esquerda na estrada e ir até Confins, que é ali pertinho, pegar um avião e retornar.
Diz o treinador que não falará mais sobre o Palmeiras. Esperamos por isso...

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Mas é estranho


Lionel Messi vai receber hoje o prêmio de melhor jogador do mundo, salvo se houver uma tremenda reviravolta. Mas o que é o melhor jogador do mundo? Quem chega a esse patamar?
Dizer que Fulano de Tal é o melhor do mundo em sua área é uma pretensão altíssima. Seria necessário verificar todos os profissionais do planeta, fazer uma avaliação isenta, chegar a um consenso e bater o martelo. No futebol, seria necessário ir a 204 países e verificar 242 milhões de jogadores profissionais (dados da Fifa em 2002). Ou seja, não dá.
Então, há um cálculo que pode ajudar a eleger o melhor. Os melhores jogadores de vários países são distribuídos pelos clubes europeus, que dispõem de poder aquisitivo para pagar aquilo que eles valem. Esses clubes disputam o título em cada país (alguns vencem) e, na temporada seguinte, são reunidos na Liga dos Campeões da Europa. Essa competição tem um campeão e, via de regra, um jogador desse time arrebenta e faz a diferença. Se esse jogador é um dos melhores do país dele, está num clube de ponta, disputou uma competição com adversários do mesmo patamar e venceu, é o melhor. E, nos últimos anos, o Mundial Interclubes só confirma a tendência desenhada meses antes.
O prêmio que Messi receberá hoje é a consequência do que fez Cristiano Ronaldo pelo Manchester United em 2008, e o mesmo que Kaká fez pelo Milan em 2007.
Mas que há coisas estranhas, há. E não dá para tirar a razão de quem defende algumas teses. Primeiro: desde 1991, apenas um jogador da defesa levou o prêmio; Fabio Canavarro, em 2006. Isso quer dizer que, na avaliação, só quem faz a diferença lá na frente merece o prêmio. Coitado do goleiro. Pode pegar 10 pênaltis por jogo que não será lembrado. O único cogitado não merecia o prêmio. Lembram da Copa de 2002? Oliver Khann eleito o melhor jogador, enquanto Rivaldo e Ronaldo ganhavam o título para o Brasil?
Segundo; muitos perguntam: e quem diz que lá na África não tem alguém melhor que Messi? Pode até ser que tenha e, sinceramente, concordo quando alguém diz que os brasileiros que ganharam esse prêmio não seriam lembrados se não tivessem ido para a Europa. Mas aí caímos na história de visitar mais de 200 países todos os anos.
Por essas e por muitas outras, o prêmio vai para Messi. E em 2010, fiquemos de olho da Champions League.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Curto e grosso


Exceção feita a quem está de plantão, como é o caso do blogueiro, domingo é dia de descansar o corpo e a mente. Potanto, vamos elaborar uma conta rápida para não queimar os neurônios sem a devida necessidade.

Lionel Messi, o argentino mais espanhol que existe, foi escolhido o melhor jogador do Mundial de Clubes. Já havia marcado um gol decisivo contra o Atlenate, fez o gol do título do Barcelona (se foi por acaso ou não é outra discussão) e foi eleito o melhor jogador da decisão.

A matemática é simples: O Barcelona venceu a Liga dos Campeões e Messi foi escolhido o melhor jogador da competição. Some a isso a Bola de Ouro da revista France Football. Acrescente agora o título mundial e o prêmio de melhor jogador da competição.

Resultado: alguém duvida que nesta segunda-feira ele receberá o prêmio de melhor jogador do mundo?

sábado, 19 de dezembro de 2009

Richarlyson condenado

Juro que relutei para falar sobre Richarlyson. Fiquei em dúvida, porque são poucos os que levam a sério quando o assunto é o dito jogador. Mas, desta vez, algumas coisas ultrapassaram os limites.
O que Richarlyson faz ou deixa de fazer com o cabelo dele, é algo que só compete a ele. Particularmente, achei que ficou horroroso, ridículo, mas se ele viu o produto final no espelho e achou bom, problema dele. O que não dá para aceitar é um profissional, em qualquer área, ser ameaçado por conta de uma decisão pessoal e, sobretudo, em uma questão que não muda a vida de ninguém. Richarlyson ser ameaçado por colocar um aplique no cabelo é algo que não tem nome.
Que uma parte da torcida do São Paulo pega no pé do Richarlyson, é público e notório. Mas a ameaça transcende qualquer perseguição, ultrapassa todos os limites. E todo mundo sabe o que motiva essa parcela da torcida (torcida?) a encher a paciência do jogador: a suspeita de que Richarlyson seja homossexual.
Vamos aos fatos: Richarlyson jamais declarou ser homossexual. Muitos alegarão: "ah, mas ele ia dar entrevista para o Fantástico e contar tudo"; "ah, mas tudo leva a crer". Para, para tudo! Sei lá se ele ia conceder entrevista ao Fantástico; não concedeu. E tudo levar a crer deixa só no âmbito da suspeita. Se ele não disse nada, ninguém pode afirmar. Acabou.
E outra coisa: se ele for, e daí? O que muda? Até onde sabemos, o que importa é o cara jogado. Joga bem? Ótimo. Joga mal? Vai pra reserva. Fim de papo. O que faz fora de campo é problema dele, desde que não prejudique o rendimento.
Atitudes como essa são resumidas em duas palavras: falso moralismo. O cidadão que ameaça um jogador por um aplique horroroso não se auto-condena por não tentar arrumar um emprego. Sim, porque o sujeito que tem tempo de protestar no CT numa manhã de terça provavelmente não é um praticante da labuta. Ninguém se condena por abandonar a família (se é que tem) numa tarde de domingo para ir ao estádio.
E o mais curioso: os mesmos que condenam Richarlyson por algo que suspeitam dele são os que deixam de procurar representantes do sexo oposto aos finais de semana para ficar quatro horas ou mais atracado com outros do mesmo sexo nas arquibancadas, gritando o nome dos homens que estão em campo. E o êxtase será se, ao final da labuta, conseguir agarrar a camisa suada de um daqueles homens...

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Di Grassi - parte 2

Desta vez, a probabilidade de erros de digitação e quedas no sistema diminui. O primeiro post foi escrito na Av. 23 de Maio, com o carro em movimento. Desta vez, estamos em condições mais adequadas...
Quem acompanha um pouco de automobilismo sabe que existem dois tipos de cobertura do assunto: a cobertura normal e a da Rede Globo. Na cobertura normal, são 26 pilotos, quatro brasileiros, alguns com mais chances que outros e vários estrangeiros que estão escrevendo o nome na história. Na Globo existem quatro brasileiros e um bando de barbeiros que seriam reprovados na auto-escola da esquina. Alain Prost, por exemplo, era persona non grata por aqui.
Mas quem acompanha um pouco mais o assunto percebeu que Lucas Di Grassi está com os pés fincados no chão. Só ele sabe como foi difícil chegar à Fórmula 1 e, principalmente, só ele dimensiona o desafio que tem pela frente. Por isso e pela inteligência que tem, ele passou a quilômetros de distância do discurso de "vou vencer e ser campeão logo". Ao contrário, quer tudo isso, mas sabe que precisará trabalhar muito com a equipe.
Lucas não estabeleceu metas, mas ao ser perguntado por este que vos escreve sobre as metas que a Virgin Racing estabeleceu, disse que é um projeto para dois, três ou quatro anos. "Se os resultados vierem antes, melhor".
Lucas, portanto, tenta tirar de si uma possível pressão, que seria injusta com um estreante. Não está, por enquanto, preocupado em seeeeeeeeeeeeeer do Brasiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiilllll, mas quer ser reconhecido e admirado como Rubens Barrichello e Felipe Massa. "Esse assédio só vem com resultados. Se acontecer comigo, é porque os resultados vieram. Vou achar ótimo".
O que podemos concluir? Não esperem a Virgin brigando pela pole já na primeira etapa. Isso será obrigação de Ferrari e McLaren (nem a Brawn, que perdeu em qualidade, entra). Lucas e sua equipe ficam em uma posição mais "cômoda". Se forem bem, superaram as expectativas. Se forem mal, o projeto não era para agora mesmo.
Só não acreditem nessa história de "o nosso Lucas". Di Grassi não é nosso; é dele e da família dele. No cockpit é ele quem comanda e a equipe quem coordena. Qualquer resultado, bom ou ruim, será dele.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Ele não está de graça...

Demorei pra escrever, não foi? Justifica-se: esteva na coletiva do Lucas Di Grassi. E olhem: esle está com os pés no chão.
Di Grassi sabe que não chegou a uma equipe de ponta e que terá de trabalhar muito para conseguir resultados. Mas quer esses resultados e vai buscá-los; disso vocês pode ter certeza.
Logo na primeira senaba de etsetes, foram 12 horas por dia no sinulador, ao lado de Timo Glock. A propósito: diz o Alex Tai, CEO da Virgin Racing, que não tem essa de primeiro e segundo pilotos. Os dois terão igualdade de condições.
Algumas ponderações do piloto: não esperem uma reedição da Brawn GP 2009. A Virgin é uma equipe nova e a Brawn era a antiga honda, nada a ver, portanto. Outra coisa: resultados só para daqui a três, quatro anos. Se vierem em um ou dois anos, melhor. E duelo com Bruno Senna, jamais, pode esquecer, eles são amigos.
Di Grassi está preocupado mesmo com as novas regras da Fórmula 1. essa história de não reabastecer vai deixar o carro mais pesado, cinco segundos mais lento no início das provas. Por isso, dá-lhe simulador.
Alguns detalhes, mais tarde, até mais!!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Importância


Então o STJD pensou, analisou as imagens, pensou mais um pouco, tentou julgar, pensou um pouquinho mais e deu o veredicto: 30 jogos fora do Couto Pereira, uma multa de R$ 610 mil e estamos conversados: o assunto Coritiba está encerrado.
Dentro da lei desportiva, dentro daquilo que a legislação pode alcançar, uma punição exemplar. Mas não paga nem 10% daquilo que foi provocado pelos vândalos há quase duas semanas.
A invasão de campo, as tentativas de agressão aos jogadores das duas equipes (como se o Fluminense tivesse culpa da incompetência do Coritiba) e as agressões provadas e gravadas em vídeo a policiais poderiam ter resultado em mortes. E não seria com 30 jogos que o problema estaria resolvido. Muito menos com R$ 610 mil. Primeiro porque essa punição é relativa. Por enquanto, o Coritiba poderá jogar em seu estádio no Campeonato Paranaense. Segundo porque o que aconteceu no dia 6 foi digno de interferência do Ministério Público.
O Couto Pereira é de propriedade do Coritiba. O prejuízo material foi do clube, o que mostra a inteligência de quem invadiu o gramado. Mas a agressão covarde a um policial ferido envolve a participação do Estado. Um funcionário público foi ferido de maneira selvagem no exercício do seu trabalho. Se isso não for motivo para uma ação, não se sabe mais o que é preciso fazer.
Os lordes ingleses, futuros membros da Academia Brasileira de Letras, que foram detidos depois do tumulto, deram razões bem plausíveis para o que fizeram: o Coritiba não poderia cair. O Sport, o Náutico e o Santo André também não. Ninguém cai porque quer. Rebaixamento é fruto de uma série de atitudes incompetentes, que passam por todos os setores de um clube. E nada justifica o que foi feito.
Imagine você, em sua empresa, não realizando uma tarefa dentro das exigências da companhia ou aquém daquilo que seu patrão espera. Ele, então, junta-se aos associados e eles saem batendo em quem não fez o trabalho direito.
Tudo é justificado pela paixão ao clube. Gostaria de ver se essa mesma...(deveria dizer gente?)...lutaria de maneira tão convicta por aquilo que realmente interessa. Ninguém ameaça quebrar a Secretaria de Saúde da cidade onde faltam médicos. Ninguém destroi a Secretaria de Educação dos lugares onde faltam escolas. Ninguém protesta contra um sistema de transportes arcaico, no qual o gado recebe um tratamento melhor do que o passageiro que paga pelo serviço. Ninguém cerca o prefeito que não manda tapar os buracos das ruas, que não manda asfaltar nada. Não. Isso não tem relevância. Importa o futebol, a paixão pelo clube. Em nome dela, tudo é válido, tudo é entendido, tudo é justificado. Dar uma boa educação ao meu filho é secundário. O que importa é meu time jogar na Primeira Divisão.
Nada mais importa. Nem você importa. Ou você acredita que o jogador do time rebaixado vai se importar com você quando estiver dirigindo seu carro...importado?

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Nova era

Está terminando oficialmente a Era Marcelo Teixeira no Santos. A partir desta terça-feira, Luiz Álvaro de Oliveira Ribeiro responde pela presidência do clube.
É impossível, neste momento, prever o que vai acontecer. Correndo risco zero de fazer uma previsão errada, dá para afirmar que tudo o que foi visto e entendido como administração do Santos nos últimos 10 anos deixará de existir; será diferente. Se o que está por vir vai melhorar, deixar na mesma ou piorar o clube, não há como dizer.
Luiz Álvaro assume um clube repleto de vícios, de cadeiras cativas, de encostados. Em vários escalões terá autonomia e a caneta para mudar. Em outros, poderá adaptar, dizer que agora mé diferente.
No futebol profissional, é hora da prática, algo bem diferente e muito mais difícil do que elaborar discursos oposicionistas. Bem melhor é dizer que está tudo errado quando o outro lado está no comando. Bem mais fácil é proclamar que faria melhor. Bem mais difícil é fazer esse melhor. E agora a antiga oposição pode fazer melhor. E o torcedor exige esse melhor.
Nas finanças, a auditoria é quase uma obrigação. O homem que assume a presidência neste momento é o mesmo que demitiu-se do Conselho Deliberativo em 2003, quando o órgão aprovou as contas do clube "com ressalvas". Não era conselheiro em 2005, quando a administração deixou de explicar a matemática na qual entram R$ 170 milhões com vendas de jogadores, o clube possui um patrimônio de R$ 20 milhões e os outros R$ 150 milhões....devem ter se juntado à mala que caiu do avião...agora, Luiz Álvaro tem a maioria do Conselho e todas as possibilidades de fazer a auditoria.
Mas o torcedor não espere atos miraculosos, tampouco heroicos. A regra é: chegar na campanha dizendo que está tudo errado na administração atual, prometer a oitava, a nona e a décima maravilha para o primeiro dia após a posse, vencer as eleições e depois dizer que não sabia que encontraria tantas dificuldades, ou dizer que recebeu uma herança maldita...espero estar errado desta vez...

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Quase lotada


O apelo jornalístico desta notícia não é assim uma coisa que se diga: "Supimpa, que notícia!" Mas pela tradição da equipe e para mostrar que a Fórmula 1 não fica estacionada no período ocioso, vale.
Esse carro aí da foto é a nova Lotus, que confirmou nesta segunda-feira quem vai ocupar o cockpit: o italiano Jarno Trulli e o finlandês Heikki Kovalainen. Trulli, 35 anos e com 12 de Fórmula 1, estava na falecida Toyota. Ficaria desempregado de qualquer maneira. Kovalainen também, pois a McLaren deu-lhe o devido bico nos fundilhos após a vinda de Jenson Button. O finlandês tem 28 anos e vai para a quarta temporada na categoria. O piloto de testes será o malaio Fairuz Fauzy.
O chefe da equipe, Tony Fernandes, foi para o twitter e mandou o recado: "nós somos sérios". Quer dizer, por mais que a equipe seja novata (e a Lotus é novata?), não esperem a disputa para não ficar em último. É o que ele diz. Fernandes disse ainda que a briga da Lotus será com as outras novatas; Campos, USF1 e Virgin/Manor.