terça-feira, 20 de julho de 2010

Ok, você venceu, batata-frita!!

"É como o casal que briga por causa da crocância da batata frita".
Desta forma, Luiz Álvaro Ribeiro, presidente do Santos, colocou ponto final na briga Robinho/Wesley na concentração, antes da partida com o Fluminense.
E minimizou um fato de extrema gravidade.
Houve uma briga entre Robinho e Wesley na concentração, antes da partida com o Fluminense.
Coincidência ou não, a segunda derrota do Santos em dois jogos. E uma derrota em casa.
O mesmo Santos que em uma semana disputará a primeira final da Copa do Brasil.
E, hoje, ninguém sabe com que cabeça disputará essa final.
Se é que alguém tem cabeça ali.
Se é que existe uma cabeça no Santos; alguém que comande.
Não é o que parece.
O treinador nega a briga no domingo.
O presidente confirma a briga na segunda-feira.
O clube não toma nenhuma atitude com os brigões.
E os dois entram em campo para enfrentar o Fluminense.
Da mesma forma, o clube só afastou os baladeiros de uma partida.
No bolso, nada.
Mas foi uma briga de casal.
Um casal que brigou porque um quebrou o celular do outro, que revidou, danificando o carro do primeiro, que ameaçou dar o troco no primeiro treino que acontecesse depois do jogo.
Ah, sim, tinha um jogo.
E o Santos foi derrotado mais uma vez.
Porque estava sem cabeça.
Em todos os aspectos.
Saudades da Turma do Hamburger.
Maldita a hora em que resolveram servir hamburger com batata-frita...

2 comentários :

  1. Paulo, eu queria deixar minha opinião sobre alguns pontos de seu texto (ótimo, por sinal). Primeiro ponto é a atitude passiva da diretoria sobre as ações de determinadas peças do elenco. Na minha opinião, LAOR age como MT: protege o elenco e deixa o treinador de lado, o primeiro na hierarquia dentro do campo. Aliás, a diretoria afastou Fábio Costa que é amigo de MT, mas porque essa diretoria não trata profissionalmente os baladeiros? Ou isso não tem haver com amizade ou paternalismo? Aí, no centro do furacão, fica Dorival Júnior, que fica com cara de paisagem tentando domar o ego super-inflado da molecada.
    E por falar em ego, meu segundo e último ponto. Neymar, Ganso, André e alguns outros estão deslumbrados com o sucesso que fizeram e o assédio europeu. Sabem que não podem ser sacados do time porque têm respaldo da direção. E com isso, quem paga é a instituição.
    Luxemburgo, quando chegou em 2004, tomou como primeira ação afastar Diego e Renato, porque estes estavam pensando nas propostas que haviam recebido e não tinham o pensamento no Santos. E hoje, Dorival tem retaguarda pra afastar André?
    Paulo, desculpe pelo longo texto, prometo ser mais econômico nos próximos...

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  2. Rodrigo Guimarães21 de julho de 2010 00:07

    Isso é pior do que briga de lavadeira , comadre , vizinhas ou qualquer coisa assim .
    Todo mundo faz o que quer no Santos , menos jogar futebol .. isso é segundo plano.

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