
domingo, 24 de outubro de 2010
Alonso, um pouco de tudo
Quem foi, realmente, o vencedor do GP da Coreia do Sul?
Apontar o vencedor de fato é fácil. Fernando Alonso, com Lewis Hamilton em segundo e Felipe Massa em terceiro.
Estão sentindo falta de alguém? Cadê Sebastian Bettel? Onde está Mark Webber? Cadê a Red Bull?
As respostas mostram que Alonso foi o vencedor de fato, mas o caminho que o tornou o vencedor foi um dos mais estranhos dos últimos tempos. E, sem dúvida, o mais maluco desta temporada.
Não que Alonso esteja ligando pra isso. Ele fez por onde e chegou aos 231 pontos, assumindo a liderança do Mundial, a duas etapas do fim da temporada. Mark Webber manteve os 220 pontos, Hamilton chegou aos 210 e Vettel permaneceu com 206.
A primeira resposta, portanto, foi dada. As Red Bull não completaram a prova. Por dois motivos diferentes. E com o mesmo fim.
Foi uma corrida que teve de tudo. Mas de tudo mesmo. Chuva, atraso, ameaça de encerramento antes da hora, batidas, safety car, safety car e...mais safety car...
Começou com a chuva. Forte o suficiente para encharcar os principais pontos da pista. E provocar o atraso na largada. Foram 10 minutos de espera, até a largada, com o safety car, sem volta de apresentação. melhor nem classificar como largada...Sebastian Vettel andava em primeiro, com Mark Webber em segundo.
Depois de lentas e ridículas três voltas (sim, três), bandeira vermelha. Para tudo, encostem os carros no grid, tirem os capacetes e podem dar uma passeada pelo paddock. Chuva que aperta, chuva que diminui, olha aqui, avalia ali e...é, vai todo mundo para a pista de novo.
O tempo? 49 minutos. Foi o que marcou o cronômetro na passagem da quarta volta.
O safety car continuou na pista. Lento, arrastado, atrasando. Mais de 10 voltas nessa balada, mesmo com a pista já apresentando todas as condições. Quando recolheu, a corrida começou. Em todos os sentidos...
Menos de três voltas após a saída do safety car, Mark Webber resolveu dar uma de Sebastian Vettel. Ao invés de administrar o segundo lugar e atacar na hora mais correta, preferiu ser afoito, arriscar tudo. Rodou. Literalmente. Pior, bateu as rodas da Red Bull no muro, voltou para a pista e Nico Rosberg, que tinha acabado de ultrapassar Lewis Hamilton, não teve como segurar a Mercedes. Pancão e tchau para os dois.
Lá na frente, Vettel sorriu. E tinha motivos para isso. Alonso não iria chegar. a ele, só cabia administrar.
Não demorou muito e Sebastien Buemi acertou a Toro Rosso na Virgin de Timo Glock. a batida provocou mais um safety car e decidiu a prova. E talvez o campeonato...
Alonso estava na frente de Hamilton quando entrou nos boxes. Vettel foi junto. E a Ferrari se atrapalhou com a roda dianteira direita do carro do espanhol. Vettel se largou na frente e, na pista, Hamilton passou sem ver Alonso.
Só que o espanhol voltou daquele jeito. Não demorou para ultrapassar Hamilton. E começou a se aproximar de Vettel.
Chegou depois da volta 45. Na 49, deu o bote no final da reta dos boxes e levou. Não só a primeira posição como um presentaço: o motor da Red Bull estourou (pois é, motor de Red Bull estourado). Fim de prova para o alemãozinho, até aquele instante o líder do campeonato. Chegaria aos 231 pontos se vencesse. Vinha com genialidade, até ser traído por fatores sobre os quais não tem controle.
E Massa, com tudo isso, subiu no pódio. De onde quase caiu, depois de tropeçar ridiculamente na escada.
Coube a Alonso administrar e comemorar. Líder de um campeonato que não tem definição. E que não deve ter até a última curva de Abu Dhabi.
Dia 7, a prova é em Interlagos.
Pegando fogo?
Não, incediando...
Apontar o vencedor de fato é fácil. Fernando Alonso, com Lewis Hamilton em segundo e Felipe Massa em terceiro.
Estão sentindo falta de alguém? Cadê Sebastian Bettel? Onde está Mark Webber? Cadê a Red Bull?
As respostas mostram que Alonso foi o vencedor de fato, mas o caminho que o tornou o vencedor foi um dos mais estranhos dos últimos tempos. E, sem dúvida, o mais maluco desta temporada.
Não que Alonso esteja ligando pra isso. Ele fez por onde e chegou aos 231 pontos, assumindo a liderança do Mundial, a duas etapas do fim da temporada. Mark Webber manteve os 220 pontos, Hamilton chegou aos 210 e Vettel permaneceu com 206.
A primeira resposta, portanto, foi dada. As Red Bull não completaram a prova. Por dois motivos diferentes. E com o mesmo fim.
Foi uma corrida que teve de tudo. Mas de tudo mesmo. Chuva, atraso, ameaça de encerramento antes da hora, batidas, safety car, safety car e...mais safety car...
Começou com a chuva. Forte o suficiente para encharcar os principais pontos da pista. E provocar o atraso na largada. Foram 10 minutos de espera, até a largada, com o safety car, sem volta de apresentação. melhor nem classificar como largada...Sebastian Vettel andava em primeiro, com Mark Webber em segundo.
Depois de lentas e ridículas três voltas (sim, três), bandeira vermelha. Para tudo, encostem os carros no grid, tirem os capacetes e podem dar uma passeada pelo paddock. Chuva que aperta, chuva que diminui, olha aqui, avalia ali e...é, vai todo mundo para a pista de novo.
O tempo? 49 minutos. Foi o que marcou o cronômetro na passagem da quarta volta.
O safety car continuou na pista. Lento, arrastado, atrasando. Mais de 10 voltas nessa balada, mesmo com a pista já apresentando todas as condições. Quando recolheu, a corrida começou. Em todos os sentidos...
Menos de três voltas após a saída do safety car, Mark Webber resolveu dar uma de Sebastian Vettel. Ao invés de administrar o segundo lugar e atacar na hora mais correta, preferiu ser afoito, arriscar tudo. Rodou. Literalmente. Pior, bateu as rodas da Red Bull no muro, voltou para a pista e Nico Rosberg, que tinha acabado de ultrapassar Lewis Hamilton, não teve como segurar a Mercedes. Pancão e tchau para os dois.
Lá na frente, Vettel sorriu. E tinha motivos para isso. Alonso não iria chegar. a ele, só cabia administrar.
Não demorou muito e Sebastien Buemi acertou a Toro Rosso na Virgin de Timo Glock. a batida provocou mais um safety car e decidiu a prova. E talvez o campeonato...
Alonso estava na frente de Hamilton quando entrou nos boxes. Vettel foi junto. E a Ferrari se atrapalhou com a roda dianteira direita do carro do espanhol. Vettel se largou na frente e, na pista, Hamilton passou sem ver Alonso.
Só que o espanhol voltou daquele jeito. Não demorou para ultrapassar Hamilton. E começou a se aproximar de Vettel.
Chegou depois da volta 45. Na 49, deu o bote no final da reta dos boxes e levou. Não só a primeira posição como um presentaço: o motor da Red Bull estourou (pois é, motor de Red Bull estourado). Fim de prova para o alemãozinho, até aquele instante o líder do campeonato. Chegaria aos 231 pontos se vencesse. Vinha com genialidade, até ser traído por fatores sobre os quais não tem controle.
E Massa, com tudo isso, subiu no pódio. De onde quase caiu, depois de tropeçar ridiculamente na escada.
Coube a Alonso administrar e comemorar. Líder de um campeonato que não tem definição. E que não deve ter até a última curva de Abu Dhabi.
Dia 7, a prova é em Interlagos.
Pegando fogo?
Não, incediando...
sábado, 23 de outubro de 2010
Yeongam - o grid
Esse final de temporada da Fórmula 1 anda mais misterioso que novela quando vai chegando perto do fim.
Não se superestima ninguém, nem se subestima ninguém.
Deu Sebastian Vettel na pole em Yeongam.
Improvável, jamais impossível.
Improvável porque estava fora da briga até a última volta do Q3, quando só faltava esperar os tempos das Red Bull.
Até então, a pole era de Fernando Alonso.
Jamais impossível porque ele é Sebastian Vettel. E porque pilota uma Red Bull.
Em uma pista que não teve temperatura superior a 26º, os pneus macios, por incrível que pareça, deixavam os carros mais rápidos que os duros. Os candidatos ao título começaram com os compostos duros, apenas para se garantirem até o Q3.
No Q1, Lewis Hamilton foi o mais rápido, com 1min37s113. Vettel ficou em segundo (1min37s123) e Alonso em terceiro (1min37s144).
Os tests com os pneus ficaram para o Q2. Era uma volta com o composto duro, uma troca e a volta para a pista. Alonso chegou a tirar quatro décimos nessa comparação.
Claro que a briga ficaria para o Q3, mas, na segunda parte, as Red Bull disseram: "estamos aqui". Webber fez 1min36s039 e foi o mais rápido, com Vettel 0,35s mais lento. Felipe Massa (sim!) foi o terceiro, com 1min36s169.
A mesma tática duro/mole foi usada no Q3, com um agravante: quatro pilotos loucos pela pole. Hamilton saiu da briga logo, pois não conseguia melhorar o tempo. O negócio, então, era esperar um daqueles coelhos que Alonso sempre tira do boné. Tirou, ao cravar 1min35s766 e ser o primeiro a andar abaixo de 1min36s.
O problema Webber ter cruzado a linha a menos de 10 segundos para o fim do treino. Teria direito a mais uma volta.
Na qual Vettel já estava.
O alemão, então, cravou 1min35s585, para não ser mais superado. Webber fez 1min35s659 na volta derradeira, deixando Alonso em terceiro.
Para a corrida, teremos uma fechadíssima curva para a esquerda ao final da reta dos boxes. É público e notório que na Red Bull não vai ter jogo de equipe. E Fernando Alonso vem que vem louco pelo primeiro lugar. Ah, com Hamilton chegando.
Estão esperando um enrosco histórico logo na largada?
Eu sim...
Segue o grid.
1ºSebastian Vettel (Red Bull) 1min35s585
2º Mark Webber (Red Bull) 1min35s659
3º Fernando Alonso (Ferrari) 1min35s766
4º Lewis Hamilton (McLaren) 1min36s062
5º Nico Rosberg (Mercedes) 1min36s535
6º Felipe Massa (Ferrari) 1min36s571
7º Jenson Button (McLaren) 1min36s731
8º Robert Kubica (Renault) 1min36s824
9º Michael Schumacher (Mercedes) 1min36s950
10º Rubens Barrichello (Williams) 1min36s998
11º Nico Hulkenberg (Williams) 1min37s620
12º Kamui Kobayashi (Sauber) 1min37s643
13º Nick Heidfeld (Sauber) 1min37s715
14º Adrian Sutil (Force India) 1min37s783
15º Vitaly Petrov (Renault) 1min37s799
16º Jaime Alguersuari (Toro Rosso) 1min37s853
17º Sebastien Buemi (Toro Rosso) 1min38s594
18º Vitantonio Liuzzi (Force India) 1min38s955
19º Jarno Trulli (Lotus) 1min40s521
20º Timo Glock (Virgin) 1min40s748
21º Heikki Kovalainen (Lotus) 1min41s768
22º Lucas di Grassi (Virgin) 1min42s325
23º Sakon Yamamoto (Hispania) 1min42s444
24º Bruno Senna (Hispania)1min43s283
Não se superestima ninguém, nem se subestima ninguém.
Deu Sebastian Vettel na pole em Yeongam.
Improvável, jamais impossível.
Improvável porque estava fora da briga até a última volta do Q3, quando só faltava esperar os tempos das Red Bull.
Até então, a pole era de Fernando Alonso.
Jamais impossível porque ele é Sebastian Vettel. E porque pilota uma Red Bull.
Em uma pista que não teve temperatura superior a 26º, os pneus macios, por incrível que pareça, deixavam os carros mais rápidos que os duros. Os candidatos ao título começaram com os compostos duros, apenas para se garantirem até o Q3.
No Q1, Lewis Hamilton foi o mais rápido, com 1min37s113. Vettel ficou em segundo (1min37s123) e Alonso em terceiro (1min37s144).
Os tests com os pneus ficaram para o Q2. Era uma volta com o composto duro, uma troca e a volta para a pista. Alonso chegou a tirar quatro décimos nessa comparação.
Claro que a briga ficaria para o Q3, mas, na segunda parte, as Red Bull disseram: "estamos aqui". Webber fez 1min36s039 e foi o mais rápido, com Vettel 0,35s mais lento. Felipe Massa (sim!) foi o terceiro, com 1min36s169.
A mesma tática duro/mole foi usada no Q3, com um agravante: quatro pilotos loucos pela pole. Hamilton saiu da briga logo, pois não conseguia melhorar o tempo. O negócio, então, era esperar um daqueles coelhos que Alonso sempre tira do boné. Tirou, ao cravar 1min35s766 e ser o primeiro a andar abaixo de 1min36s.
O problema Webber ter cruzado a linha a menos de 10 segundos para o fim do treino. Teria direito a mais uma volta.
Na qual Vettel já estava.
O alemão, então, cravou 1min35s585, para não ser mais superado. Webber fez 1min35s659 na volta derradeira, deixando Alonso em terceiro.
Para a corrida, teremos uma fechadíssima curva para a esquerda ao final da reta dos boxes. É público e notório que na Red Bull não vai ter jogo de equipe. E Fernando Alonso vem que vem louco pelo primeiro lugar. Ah, com Hamilton chegando.
Estão esperando um enrosco histórico logo na largada?
Eu sim...
Segue o grid.
1ºSebastian Vettel (Red Bull) 1min35s585
2º Mark Webber (Red Bull) 1min35s659
3º Fernando Alonso (Ferrari) 1min35s766
4º Lewis Hamilton (McLaren) 1min36s062
5º Nico Rosberg (Mercedes) 1min36s535
6º Felipe Massa (Ferrari) 1min36s571
7º Jenson Button (McLaren) 1min36s731
8º Robert Kubica (Renault) 1min36s824
9º Michael Schumacher (Mercedes) 1min36s950
10º Rubens Barrichello (Williams) 1min36s998
11º Nico Hulkenberg (Williams) 1min37s620
12º Kamui Kobayashi (Sauber) 1min37s643
13º Nick Heidfeld (Sauber) 1min37s715
14º Adrian Sutil (Force India) 1min37s783
15º Vitaly Petrov (Renault) 1min37s799
16º Jaime Alguersuari (Toro Rosso) 1min37s853
17º Sebastien Buemi (Toro Rosso) 1min38s594
18º Vitantonio Liuzzi (Force India) 1min38s955
19º Jarno Trulli (Lotus) 1min40s521
20º Timo Glock (Virgin) 1min40s748
21º Heikki Kovalainen (Lotus) 1min41s768
22º Lucas di Grassi (Virgin) 1min42s325
23º Sakon Yamamoto (Hispania) 1min42s444
24º Bruno Senna (Hispania)1min43s283
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Yeongam - sexta-feira
Deu Mark Webber em Yeongam.
Você já dirigiu em uma estrada na qual você jamais esteve antes?
Eu já. E é estranho.
Porque você não conhece nada, não sabe se o asfalto vai estar bom o tempo todo, ou se vai aparecer um buraco do nada. E não faz a menor ideia do que virá depois da curva.
Autódromos não são estradas. Não têm buracos na pista e, depois de todas as curvas, você sabe que vai passar pela reta dos boxes.
Mas foi fácil entender a primeira metade dos primeiros treinos livres em Yeongam.
Todo mundo tirando o pé, se familiarizando com a pista da Coreia do Sul.
E a pista estava seca.
Não que isso tenha mudado alguma coisa pela manhã. Quem tinha carro andou na frente.
Lewis Hamilton foi o mais rápido pela manhã, com 1min40s887, seguido por Roberto Kubica (1min40s968) e Nico Rosberg (1min41s152).
É que na segunda metade, o pessoal acelerou.
Dos brazucas, o melhor tinha sido Rubens Barrichello, o 10º, com 1min42s883. Felipe Massa foi o 12º (1min43s054) e Bruno Senna o 23º. Lucas di Grassi nem entrou.
À tarde, o pessoal começou discreto, sem se arriscar. Até Sakon Yamamoto perder o carro na já problemática curva 16 e provocar a paralisação do treino.
Sim, essa curva 16 é pior que a curva 1. Todo mundo está usando a zebra e escorregando ali. Se nada mudar, a corrida pode ser decidida nessa curva.
Com a pista liberada, começou o festival de poles. Michael Schumacher, Sebastian Vettel, Lewis Hamilton e Fernando Alonso foram, um a um, baixando o tempo. A casa de 1min40s foi ficando cada vez menor.
Então veio Mark Webber. Secundário, coadjuvante, improvável...1min37s942.
Alguém mais conseguiu baixar? Não.
Alonso foi o segundo (1min38s132), Hamilton o terceiro (1min38s279) e Kubica o quarto (1min38s718).
Você já dirigiu em uma estrada na qual você jamais esteve antes?
Eu já. E é estranho.
Porque você não conhece nada, não sabe se o asfalto vai estar bom o tempo todo, ou se vai aparecer um buraco do nada. E não faz a menor ideia do que virá depois da curva.
Autódromos não são estradas. Não têm buracos na pista e, depois de todas as curvas, você sabe que vai passar pela reta dos boxes.
Mas foi fácil entender a primeira metade dos primeiros treinos livres em Yeongam.
Todo mundo tirando o pé, se familiarizando com a pista da Coreia do Sul.
E a pista estava seca.
Não que isso tenha mudado alguma coisa pela manhã. Quem tinha carro andou na frente.
Lewis Hamilton foi o mais rápido pela manhã, com 1min40s887, seguido por Roberto Kubica (1min40s968) e Nico Rosberg (1min41s152).
É que na segunda metade, o pessoal acelerou.
Dos brazucas, o melhor tinha sido Rubens Barrichello, o 10º, com 1min42s883. Felipe Massa foi o 12º (1min43s054) e Bruno Senna o 23º. Lucas di Grassi nem entrou.
À tarde, o pessoal começou discreto, sem se arriscar. Até Sakon Yamamoto perder o carro na já problemática curva 16 e provocar a paralisação do treino.
Sim, essa curva 16 é pior que a curva 1. Todo mundo está usando a zebra e escorregando ali. Se nada mudar, a corrida pode ser decidida nessa curva.
Com a pista liberada, começou o festival de poles. Michael Schumacher, Sebastian Vettel, Lewis Hamilton e Fernando Alonso foram, um a um, baixando o tempo. A casa de 1min40s foi ficando cada vez menor.
Então veio Mark Webber. Secundário, coadjuvante, improvável...1min37s942.
Alguém mais conseguiu baixar? Não.
Alonso foi o segundo (1min38s132), Hamilton o terceiro (1min38s279) e Kubica o quarto (1min38s718).
E todo mundo com pneus macios.
Apenas como informação, Massa foi o 7º, Barrichello o 13º e Di Grassi o 22º.
Bruno Senna? Seguraram o sobrinho até o último instante e então o liberaram para a pista.
Teve tempo para dar apenas uma volta.
Nem preciso dizer em que lugar ficou...
Apenas como informação, Massa foi o 7º, Barrichello o 13º e Di Grassi o 22º.
Bruno Senna? Seguraram o sobrinho até o último instante e então o liberaram para a pista.
Teve tempo para dar apenas uma volta.
Nem preciso dizer em que lugar ficou...
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Onde eu assino?
Abel Braga fez uma análise profunda sobre o time do Santos.
Disse que, se o Santos quiser a terceira Libertadores, precisa de mais gente experiente.
Sobretudo na zaga e no meio de campo.
E um cara como Zé Roberto (sim, aquele mesmo) seria o ideal para compor o meio.
Abel Braga ainda não é o técnico do Santos.
Mas fala como se já fosse.
Na visão deste blogueiro, só falta saber se há tinta na caneta.
E então a assinatura virá.
Disse que, se o Santos quiser a terceira Libertadores, precisa de mais gente experiente.
Sobretudo na zaga e no meio de campo.
E um cara como Zé Roberto (sim, aquele mesmo) seria o ideal para compor o meio.
Abel Braga ainda não é o técnico do Santos.
Mas fala como se já fosse.
Na visão deste blogueiro, só falta saber se há tinta na caneta.
E então a assinatura virá.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
É...
Comunicado oficial de Bruno Senna (ou da assessoria dele):
"O fato de a pista ser novidade para todos não vai mudar coisa alguma. Não apenas porque o nível dos pilotos da F-1 é elevado, mas principalmente por causa da disparidade de forças. Os pilotos das grandes se prepararam para a prova em simuladores modernos; eu fiquei em casa no fim de semana treinando no Playstation".
"O fato de a pista ser novidade para todos não vai mudar coisa alguma. Não apenas porque o nível dos pilotos da F-1 é elevado, mas principalmente por causa da disparidade de forças. Os pilotos das grandes se prepararam para a prova em simuladores modernos; eu fiquei em casa no fim de semana treinando no Playstation".
De minha parte, sem comentários...
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Assessoria já!
Neymar concedeu entrevista ao programa Fantástico.
Andava em silêncio.
Está certo que pouco abriu a boca, mas, ainda assim, disse coisas que merecem atenção, sobretudo a respeito de Dorival Júnior.
Ainda assim, insisto: ele precisa ser melhor assessorado. E estudar.
Aí vai o texto da entrevista, publicado no Globoesporte.com
Nota-se que falta traquejo, falta jogo de palavras.
Um media training não iria mal...
Agora vamos falar de um cara de 18 anos, ídolo da torcida brasileira, que está ficando rico, mas que andou se metendo em confusão. Você conhece esse perfil?
Conheço.
Algo me diz que você conhece bem. Você está bem?
Estou bem, estou feliz.
Está realizado?
Estou realizado com tudo que está se passando na minha vida.
Onde você pensa em chegar? Onde você quer chegar?
Quero disputar todos os melhores campeonatos do mundo. Desde o Paulista até a Copa do Mundo.
Você acha que foi merecido não ser convocado para os amistosos da Seleção Brasileira contra Irã e Ucrânia?
Sim. Acho que pelo que eu fiz, pelo que eu errei, concordo. Eu entendi o porquê da não convocação.
Essa tensão toda das pessoas sobre você e essa fama incomodam você de alguma maneira? O que andou acontecendo? Você estava numa fase mais rebelde?
Não digo rebelde. Eu tenho apenas 18 anos, acabei errando uma vez e não vai acontecer mais.
Mas ter que amadurecer rápido demais, tão depressa, aos 18 anos, pira um pouco? Tira um pouco o chão?
Acho que não tem como amadurecer de uma hora pra outra, a gente vai aprendendo com a vida. (No jogo contra Atlético-GO) explodi porque eu queria bater o pênalti. Eu queria ajudar o time do Santos, queria levar o Santos à vitoria.
Seu pai parece ser uma figura muito presente na sua vida, inclusive está aqui nessa entrevista. Ele fala "não" para você hoje em dia?
Fala, fala.
No Santos, por exemplo, você recebe não?
Recebo.
Você recebe bem, numa boa?
Recebo bem, numa boa.
Você ficou com vergonha (depois do jogo contra o Atlético-GO)?
Fiquei. Fiquei com vergonha. Fiquei com vergonha de ter chegado em casa e visto minha mãe chorar, de ter visto meu pai chorar, ter tomado dura.
Quando seu pai falou com você, a sua mãe chorou. Você se tocou ali?
Me dei conta que tinha errado feio e que tinha que pedir perdão a todos. Não só ao Dorival, mas à minha mãe, meu pai, os torcedores do Santos, o Brasil inteiro, o mundo.
Sua mãe estava chorando. O que ela disse para você?
Falou que não era o filho dela, né? Falou que não era o filho que ela criou. Ela queria o Neymar de volta. Queria o Juninho de volta, como eu sou chamado em casa.
A demissão do Dorival Júnior pesou na consciência?
Fica aquele peso na consciência, sim. Do Dorival ter ido embora. Praticamente foi meu pai durante oito meses. Cuidou de mim, me botou para jogar, me deu alegrias. Eu gostava muito do Dorival.
Depois que ele foi embora você não o viu mais?
Não.
Se você hoje se reencontrasse com o Dorival Jr, o que você teria vontade de dizer pra ele?
Eu daria um abração nele.
Pretende fazer isso?
Claro.
Andava em silêncio.
Está certo que pouco abriu a boca, mas, ainda assim, disse coisas que merecem atenção, sobretudo a respeito de Dorival Júnior.
Ainda assim, insisto: ele precisa ser melhor assessorado. E estudar.
Aí vai o texto da entrevista, publicado no Globoesporte.com
Nota-se que falta traquejo, falta jogo de palavras.
Um media training não iria mal...
Agora vamos falar de um cara de 18 anos, ídolo da torcida brasileira, que está ficando rico, mas que andou se metendo em confusão. Você conhece esse perfil?
Conheço.
Algo me diz que você conhece bem. Você está bem?
Estou bem, estou feliz.
Está realizado?
Estou realizado com tudo que está se passando na minha vida.
Onde você pensa em chegar? Onde você quer chegar?
Quero disputar todos os melhores campeonatos do mundo. Desde o Paulista até a Copa do Mundo.
Você acha que foi merecido não ser convocado para os amistosos da Seleção Brasileira contra Irã e Ucrânia?
Sim. Acho que pelo que eu fiz, pelo que eu errei, concordo. Eu entendi o porquê da não convocação.
Essa tensão toda das pessoas sobre você e essa fama incomodam você de alguma maneira? O que andou acontecendo? Você estava numa fase mais rebelde?
Não digo rebelde. Eu tenho apenas 18 anos, acabei errando uma vez e não vai acontecer mais.
Mas ter que amadurecer rápido demais, tão depressa, aos 18 anos, pira um pouco? Tira um pouco o chão?
Acho que não tem como amadurecer de uma hora pra outra, a gente vai aprendendo com a vida. (No jogo contra Atlético-GO) explodi porque eu queria bater o pênalti. Eu queria ajudar o time do Santos, queria levar o Santos à vitoria.
Seu pai parece ser uma figura muito presente na sua vida, inclusive está aqui nessa entrevista. Ele fala "não" para você hoje em dia?
Fala, fala.
No Santos, por exemplo, você recebe não?
Recebo.
Você recebe bem, numa boa?
Recebo bem, numa boa.
Você ficou com vergonha (depois do jogo contra o Atlético-GO)?
Fiquei. Fiquei com vergonha. Fiquei com vergonha de ter chegado em casa e visto minha mãe chorar, de ter visto meu pai chorar, ter tomado dura.
Quando seu pai falou com você, a sua mãe chorou. Você se tocou ali?
Me dei conta que tinha errado feio e que tinha que pedir perdão a todos. Não só ao Dorival, mas à minha mãe, meu pai, os torcedores do Santos, o Brasil inteiro, o mundo.
Sua mãe estava chorando. O que ela disse para você?
Falou que não era o filho dela, né? Falou que não era o filho que ela criou. Ela queria o Neymar de volta. Queria o Juninho de volta, como eu sou chamado em casa.
A demissão do Dorival Júnior pesou na consciência?
Fica aquele peso na consciência, sim. Do Dorival ter ido embora. Praticamente foi meu pai durante oito meses. Cuidou de mim, me botou para jogar, me deu alegrias. Eu gostava muito do Dorival.
Depois que ele foi embora você não o viu mais?
Não.
Se você hoje se reencontrasse com o Dorival Jr, o que você teria vontade de dizer pra ele?
Eu daria um abração nele.
Pretende fazer isso?
Claro.
sábado, 16 de outubro de 2010
Sinfonia
Torcedores do Corinthians vão ao CT para cobrar os jogadores pelos maus resultados.
São prontamente autorizados a entrar.
Vão direto no capitão William, que, além de bom zagueiro, tem caráter e é articulado.
Com faixas, pedem as cabeças de Souza, Alessandro, Danilo e Moacir.
Ninguém cobra Ronaldo pelo desleixo que sempre atrasa sua volta aos gramados.
Ninguém cobra a diretoria, que permite a Ronaldo fazer o que bem entende.
A mesma diretoria que não vê a hora de se livrar de Souza.
A mesma diretoria que tem um bom rela$ionamento com a torcida.
A mesma torcida que pediu a cabeça de Souza, aquele de quem a diretoria quer se livrar.
Conseguiram montar o quebra-cabeças?
Quem conhece um pouquinho dos bastidores do futebol, sim...
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Oportunismo
Ronaldo, enfim, concedeu entrevista coletiva.
Por uma dessas coincidências, depois do 6º jogo sem vitória do Corinthians.
O foco foi todo direcionado ao Fenômeno.
E saiu do momento que vive o time em campo.
Até porque o momento que o time vive em campo é o reflexo do que anda sendo feito fora do campo.
E antes que isso apareça, bota o Fenômeno lá.
A parcela da Imprensa que interessa cai nessa conversa.
E tudo cai no esquecimento...
Vamos para a Rússia
Enfim, a Fórmula 1 chega à Rússia em 2014.
Serão cinco anos com provas por lá, a US$ 40 milhões cada uma.
Total da brincadeira: US$ 200 milhões.
Quem paga? Megafon (empresa de telefonia), Lukoil (fabricante de lubrificantes) e Rusal (alumínio).
Até lá, ouviremos os maravilhosos discursos sobre a expansão de uma Fórmula 1 que não pode ficar restrita aos mesmos países.
Como se Mr. Ecclestone estivesse preocupado com isso.
Ainda mais ele, que trabalha na base do "pagou, levou".
Torço para que não venha mais um circuito travado, de baixa velocidade e sem pontos de ultrapassagem.
Essa filosofia já cansou...
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