Douglas Neves era o técnico da Portuguesa Santista desde o final do ano passado.
Vinha comandando uma boa campanha na quarta divisão do futebol de São Paulo, com amplas possibilidades de conseguir o acesso para a terceirona.
Na segunda fase da competição, era o líder do grupo, com 100% de aproveitamento.
Tinha tanto controle do grupo de jogadores que trocava uma peça por outra e a qualidade não diminuía.
Tinha o grupo nas mãos.
Porém, pediram ao treinador um presente de Dia dos Pais.
Um presente que o treinador não quis dar.
Houve insistência.
E Douglas Neves achou melhor pegar o boné.
Por não ser lá muito adepto de interferências externas em seu trabalho.
Sem treinador, a Portuguesa Santista foi enfrentar o Votuporanguense no Interior.
E levou de 4 a 0.
Coincidência?
Talvez a certeza de que o sonho acabou...
Vinha comandando uma boa campanha na quarta divisão do futebol de São Paulo, com amplas possibilidades de conseguir o acesso para a terceirona.
Na segunda fase da competição, era o líder do grupo, com 100% de aproveitamento.
Tinha tanto controle do grupo de jogadores que trocava uma peça por outra e a qualidade não diminuía.
Tinha o grupo nas mãos.
Porém, pediram ao treinador um presente de Dia dos Pais.
Um presente que o treinador não quis dar.
Houve insistência.
E Douglas Neves achou melhor pegar o boné.
Por não ser lá muito adepto de interferências externas em seu trabalho.
Sem treinador, a Portuguesa Santista foi enfrentar o Votuporanguense no Interior.
E levou de 4 a 0.
Coincidência?
Talvez a certeza de que o sonho acabou...