quarta-feira, 13 de julho de 2011

No País da Copa (2)

Nacional e São Vicente se enfrentavam pelo Campeonato Paulista da Segunda Divisão.
Segunda, numas, porque na realidade é a quarta divisão paulista.
Jogo no romântico e tradicional Estádio Nicolau Alayon.
Aos oito minutos de jogo, o meia-atacante Luciano Ezídio da Silva, o Lutcho, de 23 anos, cai no gramado.
As travas da chuteira prenderam no gramado.
Fratura.
Isso acontece, faz parte dos acidentes do futebol.
Lutcho é colocado na ambulância, uma Caravan capaz de provocar tétano de tanta ferrugem que tinha.
O carro não pegou.
Carro empurrado por torcedores do Nacional, porque numa hora dessas a solidariedade fala alto.
Afinal, adversário não é inimigo.
Opa, pegou, só ir ao hospital...e...er...bem...mas...cadê o motorista??
Procura daqui, dali, de lá...sumiu...escafedeu-se...
A Polícia Militar chama o Resgate e proíbe a ambulância de sair, afinal, aquele pau véio poderia quebrar na primeira esquina.
Passam 45 minutos e nada.
O pai de Lutcho, não aguentando mais, assume o volante.
Mas para onde levar o filho?
O hospital mais próximo estava fechado. Era feriado.
Mais um pouco de solidariedade.
O dono da cantina do estádio vai para o banco do carona, ensinando o caminho ao segundo hospital mais próximo.
A PM acompanha. Se aquela lata velha parar, bota o Lutcho na viatura mesmo.
Lutcho será operado e deve voltar e jogar em seis meses.
Sabe o que é pior nisso tudo??
É que toda essa história foi verdadeira.
E sabe quando aconteceu??
No último sábado, 9 de julho.
DE 2011!!!
Viva o País pentacampeão!!
Viva a Copa do Mundo!!
Vai ser 3 a 0!!
BRASIL-SIL-SIL!!!

terça-feira, 12 de julho de 2011

Sei lá, viu?

Os alemães do Bild estão colocando Kimi Raikkönen da Red Bull ao lado de Vettel a partir de 2012.
O contrato de Mark Webber vai até o fim da atual temporada e muita gente diz que o australiano vai se aposentar.
O finlandês já é funcionário do pessoal das asinhas, mas para o Mundial de Rali.
Apesar disso, acho essa contratação difícil.
Sebastian Vettel vai muito bem, obrigado, pilotando em uma equipe que definiu bem quem são o primeiro e o segundo piloto.
Mark Webber é um segundo piloto. Kimi jamais será. Jamais aceitará ser.
Primeiro por personalidade, segundo por currículo.
Título mundial por título mundial, ele tem o dele.
Outro detalhe: Kimi não parece lá muito incomodado por estar fora da Fórmula 1 há mais de dois anos.
Há quem diga que o finlandês ama pilotar e odeia todo o resto que envolve a categoria.
Leia-se papagaiadas, sobretudo de patrocinadores.
Nada é impossível, mas essa eu acho bem difícil.

As imagens

Demorou, mas aí estão as imagens go GP de Toronto.
Tirem suas próprias conclusões.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Roupa suja virtual

Dario Franchitti venceu o GP de Toronto da Fórmula Indy.
Lidera o campeonato com 353 pontos, com Will Power em segundo (298).
Mas a corrida, por mais confusa e polêmica que tenha sido, não vem ao caso, por incrível que pareça.
O que vale mesmo é falar do que veio depois.
Power teve sua Penske tocada pelo carro de Franchitti na briga pela quinta posição. E encontrou um culpado por ter sido obrigado a abandonar a prova.
E onde o cidadão foi expor seu ódio?
No Twitter.
Franchitti não gostou. E foi responder.
No Twitter.
Ou seja, lavaram roupa suja em público.
"Obrigado por ter me tirado da corrida", disse Power.
"Veja o replay e depois você me chama", rebateu Franchitti.
"Eu vi o replay e vi também que não tem uma corrida em que você jogue limpo", disparou Power.
A coisa ficou meio silenciosa até o reclamante dizer que ia ver um filme. Aproveitou para pedir desculpas aos seus seguidores.
Para quem está de fora, é complicado apontar um culpado por um toque entre carros.
Mas não é nada difícil ver como está o clima.
Dia 24 tem corrida em Edmonton.
Hora do trocadilho infame.
Em Edmonton, é de bom tom ficarmos de olho...

Depois de Silverstone

Em uma análise nua, crua, fria, seca e com uma dose de indiferença com relação ao assunto, algo que sinceramente eu abomino para quem lida com qualquer assunto, a vitória de Fernando Alonso em Silverstone é resumida em uma frase.
Alonso venceu porque a Red Bull errou.
Foi por isso, é verdade. Na análise mais fácil, aquela que só vê um lado da história e mata o assunto ali.
Mais difícil é enxergar que Alonso foi beneficiado com o erro rubro-taurino porque estava em segundo depois de ter largado em terceiro. Posição ganha na pista. Pegou a primeira colocação nos boxes porque a Ferrari ordenou seu pit stop na mesma hora que o de Sebastian Vettel. Trabalho em equipe.
E Alonso mostrou sua capacidade em pista molhada. Porque vamos e convenhamos. Silverstone foi secando aos poucos, mas começou molhada. Foi o instante em que Alonso pulou para segundo. O resto foi consequência.
É evidente que o bicampeonato só sai das mãos de Vettel em caso de uma hecatombe. São 204 pontos contra 124 de Mark Webber e 112 de Alonso. Pode até continuar sem vencer, mas com uns podiozinhos aí vai se garantindo.
E garante também um pouco mais de graça à coisa toda.
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Se houvesse um troféu de menção honrosa, deveria ser entregue a Lewis Hamilton. Saiu de 10º para 4º lugar e ainda teve que brigar com Massa nos últimos metros.
Hamilton por vezes é precipitado. Mas quando resolve ser apenas genial, merece os aplausos: clap, clap, clap!
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Foi o Maurício Branzzani quem me alertou sobre a ordem para Webber não ultrapassar Vettel. Confesso que estava tão entretido em saber quem chegaria em segundo que desliguei a atenção para a mensagem que viria.
Bati palmas para Christian Horner no ano passado, mas em Silverstone ele foi um Jean Todt de macacão azul.

domingo, 10 de julho de 2011

Silverstone - Alonso estava certo

Quando Fernando Alonso disse que Silverstone iria mostrar a real capacidade da Ferrari na temporada atual, parecia uma piada.
Não foi.
O espanhol venceu o GP da Inglaterra, quebrando a sequência do pessoal das asinhas.
Sebastian Vettel chegou em segundo e Mark Webber em terceiro.
É verdade que foi necessário um erro crasso da Red Bull nos boxes, caso contrário, Vettel levaria.
Mas quem vai lembrar disso agora?
A largada aconteceu exatamente como prevíamos. Mark Webber na pole, com Vettel em segundo e a primeira curva à direita. O alemãozinho nem precisou da curva. Acelerou, ganhou e virou em primeiro.
Um pouco mais para trás, Felipe Massa, em quarto, perdeu a posição para Jenson Button. Recuperou-a logo depois, mas o que nenhum dos dois esperava era a reação de Lewis Hamilton, que largou em 10º, veio passando todo mundo, chegou nos dois e ganhou, indo para 4º.
Michael Schumacher estava em 9º quando abriu a janela de pits na 10ª volta, mas de uma forma um tanto quanto forçada. O alemão tocou a Mercedes na traseira da Sauber de Kamui Kobayashi, provocando uma rodada do japonês.
De qualquer forma, Schummy aproveitou a troca do bico avariado para colocar pneus para pista seca. Mas seria punido com 10 segundos nos boxes; Kobayashi sairia na volta 25, com o motor estourado.
A partir da 12ª volta, o povo foi entrando nos boxes aos poucos. Começou com Button. Mark Webber e Fernando Alonso, na disputa pela segunda posição, entraram juntos. O australiano saiu na frente.
Na pista, Hamilton travava uma bela briga com Massa. Tomou-lhe a quarta posição, escorregou e Massa pegou de volta.
Vettel entrou nos boxes no final da 13ª volta, assim como Massa. O alemão, natural e evidentemente, voltou em 1º.
Na nova formação do grid, Webber voltou atrás de Massa e o ultrapassou depois de uma linda batalha. Na volta 15 foi a vez de outra McLaren em outra Ferrari: Hamilton passou Alonso e pegou a terceira colocação.O espanhol abriu a asa para recuperar a terceira posição na volta 24.
O inglês achou melhor ir para os boxes.
Na verdade, ele abriu a segunda janela de pits, que causaria a surpresa inglesa e a mudaça da história. No final da volta 27, Vettel e Alonso entraram. A Ferrari, enfim, mandou bem e contou com a colaboração do pessoal das asinhas, que se atrapalhou com o pneu esquerdo traseiro. O espanhol saiu antes para ssumir a ponta. E se o esquema era complicar a vida do alemãozinho, Hamilton se colocou entre os dois na pista e ficou em segundo.
Vettel entrou nos boxes novamente na volta 37. Hamilton foi na volta seguinte.E perdeu a posição para o alemãozinho. Pelo rádio, a McLaren chamou Button para os pits, numa tentativa de passar Webber e, digamos, dar o troco na Red Bull.
Só que aconteceu rigorosamente o oposto: Webber entrou e Button não.
Enquanto Vettel passava Massa na pista, Alonso entrou nos boxes, a tempo de voltar na liderança.Button foi entrar na volta 39 e nem saiu dos boxes. Quer dizer, saiu, mas não voltou para a pista. Por um desacerto com o mecânico responsável pela roda dianteira direita, Button saiu com o pneu solto. Andou uns 10 metros e parou de vez. Fim de prova.
Pelo rádio, a McLaren avisou Hamilton sobre possível pane seca, ou seja, uma ordem para o inglês aliviar o acelerador. Blefe ou não, Webber gostou, se aproximou, chegou e passou na volta 46.
Alonso seguiu para uma vitória mais que sossegada, bem à frente de Vettel. Webber cruzou em terceiro.
Boa mesmo foi a disputa Hamilton/Massa pela quarta colocação. Os dois chegaram a se tocar na penúltima curva e Massa saiu da pista na entrada da reta dos boxes. Melhor para o inglês.
Pode haver punição? Pode. Repercutirei assim que possível, o que não acontecerá tão cedo. Massa, logo após a prova, classificou como um "acidente de corrida".
Vettel ainda lidera o campeonato com folga. Será bicampeão. Mas que a coisa toda ganhou um pouco mais de graça, isso ganhou...

sábado, 9 de julho de 2011

Silverstone - o grid

A chuva continuou sobre Silvertone.
Não tão forte quanto na sexta-feira. Não tão fraca a ponto de manter as coisas como sempre estiveram desde o início da temporada.
Mudou um pouco a formação do grid, mas só um pouco.
Pode não alterar muita coisa para a corrida.
Mark Webber fez a pole, com 1min30s399, mas a Red Bull formou a dobradinha, com Sebastian Vettel em segundo, 1min30s431.
Silverstone tem sentido horário, ou seja, primeira curva à direita, onde estará o alemãozinho.
Na segunda fila, as duas Ferrari, com Fernando Alonso (1min30s516) e Felipe Massa (1min31s124), necessariamente nesta ordem.
Rubens Barrichello sai em 15º, 1min33s119.
Webber foi o mais rápido no Q1, disputado sob chuva, o que obrigou todo mundo a recolher antes da hora.
A chuva deu uma pausa no Q2, os tempos foram diminuindo e deu até para optar por pneus macios, o que deve ser o mote da corrida caso a pista esteja seca.
No Q2, deu Felipe.
A água só voltou no finalzinho do Q3, quando as coisas estavam definidas.
A indefinição ocorre justamente com relação à chuva. Não dá para cravar o que vai acontecer. O mais provável é que ela venha.
Se vier, tempos maiores de volta e possíveis bizarrices, pois Vettel já mostrou não ser lá muito amigo da água.
Em caso de pista seca, vamos de pneus macios e possibilidades muito maiores para o alemãozinho.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Silverstone - sexta-feira

Se um dia Felipe Massa andar na frente, vai cair um temporal.
O temporal caiu antes do treino em Silverstone.
E Felipe Massa foi o mais rápido.
Mandou 1min49s967.
Nico Rosberg, com a Mercedes, foi o segundo, com 1min50s744. Kamui Kobayashi foi o terceiro, 1min51s395.
Molhada era pouco. Digamos que a pista de Silverstone estava encharcada. Caiu muita água antes do Pratice 2 e, principalmente, durante a atividade.
Pegou mais da metade do tempo destinado.
Quando os carros puderam ir para a pista, ninguém andava abaixo de 1min55s, em uma pista onde a média costuma ser de 1min30s, 1min32s.
E aí aparecem bizarrices, como Jaime Alguersuari e Adrian Sutil disputando a ponta. Depois, a briga era Mark Webber/Jenson Button.
Os tempos começaram a diminuir quando o pessoal passou para pneus intermediários. Enquanto usram os compostos para pista extremamente molhada, era carro pesado.
O problema era pilotar no terceiro setor com os intermediários.
No finalzinho, a pole era de Michael Schumacher. Porém, Rosberguinho cravou um tempo menor e parecia que não seria superado.
Aí apareceu Massa.
E cravou o tempo que ninguém mais diminuiria.
E o japoronga se colocou em terceiro.
Sebastian Vettel foi só o 18º. Fernando Alonso o 15º. E Rubens Barrichello foi o 8º.
Há, sim previsão de chuva pesada para o fim de semana.
Se isso acontecer, aumenta a possibilidade de novas surpresas.
Mas aí estaremos no sábado.
E Vettel saberá muito bem disso.
Não sei se estaremos aqui para acompanhar a formação do grid.
Talvez o Santos FC não permita...

Estarrecedor

Lembro como se fosse hoje de cada momento da Copa do Mundo de 1982.
Foi a primeira vez que vi todo aquele clima montado: ruas pintadas, camisas espalhadas, confiança. Um time espetacular, com a certeza do título.
Até aparecer um certo Paolo Rossi com a camisa 20 e acabar com o sonho de um moleque ainda na pré-escola.
Estava no primário quando a família reunida naquela tarde de sábado se decepcionou com a eliminação para a França, nos pênaltis, em 1986.
Já no início da adolescência, senti ódio com a frieza e falta de comprometimento do time de 1990, eliminado pela dupla Maradona/Cannigia. E, ao final da mesma adolescência, em 1994, enfim, acompanhei a realização. Alegria que não veio pelo título em si, mas por poder ver aquilo que os mais velhos contavam.
Havia nesta mente sonhadora e por várias vezes inocente demais a ideia de que a Seleção Brasileira era o máximo do máximo. Passar pela Seleção era algo para jogadores e treinadores colocarem no currículo e usarem como argumento até o fim da vida. "Digam o que disserem, mas eu passei pela Seleção".
Porém, como eu disse, esta mente é sonhadora e por vezes inicente.
Porque a Seleção poderia ser o máximo do máximo.
Mas não é.
Ou melhor, deixou de ser.
E deixou de ser porque o nome da Seleção Brasileira cresceu demais. Muitos nomes passaram a ser atrelados a ela. Sobretudo nomes de empresas, parceiros, patrocinadores, colaboradores. Alguns nomes que aparecem e muitos outros que não.
Nomes que decidem o andamento das coisas.
Então a Seleção começou a atender aos interesses desses nomes. Vieram os jogos esdrúxulos, em locais ermos, longe do calor da torcida, convocações estranhas, longe dos tais critérios técnicos, ou melhor, do momento. Porque Seleção é momento.
Sim, a Seleção virou um produto.
E virou um produto porque quem a comanda a trata assim. Não como um produto que deve ter qualidade, para resgatar o orgulho nacional. Mas um produto que lhe dê lucro. A ele, seus conchavos e a mais ninguém.
Na lista de conchavos, setores estratégicos, que apoiarão decisões e protegerão diante de eventuais suspeitas.
Políticos e empresários influentes e setores da Imprensa. Ou melhor, um setor da Imprensa. Um só. Aquele que comanda e dita as regras de um país.
Porque basta uma certo com um veículo de comunicação e pronto: oba-oba com a Seleção, está tudo bom, tudo bem, vai ser 3 para o Brasil e zero para o...o...o outro aí.
Pouco importam os meios. Não vale a pena saber se os votos na entidade máxima mundial são definidos por meio de acertos. O enriquecimento e a ostentação são consequências para quem trabalha.
Importa menos ainda se o veículo de comunicação dedica um programa inteiro, em horário nobre, para mostrar todas as irregularidades cometidas e, em menos de um ano, o mesmo veículo beija as mãos do mandatário.
Até porque não foi no Jornal Nacional que saiu. E ele só se preocupa se sair no Jornal Nacional.
E no Jornal Nacional não sai. Acusações inexistem. Suspeitas são ignoradas. Irregularidade é uma palavra desconhecida.
O UOL, segundo ele, dá traço. O mesmo se aplica ao Lance! e à ESPN Brasil, veículos que normalmente tentam mostrar os meios que não deveriam jstificar os fins.
E, diante da série de acusações desses mesmos veículos, ele mantém o hábito de defecar.
Como vem defecando no máximo do esporte nacional há 22 anos.
E é melhor parar de falar dele.
Porque ele pode não dar credencial para 2014, pode vetar as entradas de um e de outro nos estádios. E sabe o que vai acontecer? Nada, porque em 2015 ele sai e aí acabou.
Não sou eu quem diz. Ele disse à Revista Piauí.
Depois de ter classificado a Imprensa brasileira como vagabunda.
Este post foi só o primeiro produto de um dia de trabalho que deve ter mais ou menos 14 horas.
Não conheço um vagabundo que trabalhe 14 horas.
Conheço um profissional que trabalha 14 horas e que foi ofendido ao extremo.
Mas que tem a consciência tranquila.
Pois não precisa responder a acusações.
E nem vai passar o resto da vida sib suspeita...

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Teste

Lucas di Grassi está confirmado como piloto de testes da Pirelli.
Uma espécie de cobaia para testar os compostos que ainda serão utilizados neste ano e os que virão para 2012.
Ele mesmo já disse que poderia estar na Indy ou na DTM.
Mas aí vejo a questão do sonho. É tão difícil chegar à Fórmula 1 que largar tudo de uma hora para outra seria quase um crime.
Então, se é pra ser cobaia, que seja.
Já dizia Al Pacino, no filme O Advogado do Diabo:
"Melhor reinar no inferno do que servir no céu".
Com relação aos testes, o que se espera não pneus que não esfarelem em pistas quentes e secas. Que não provoquem a popular farofa.
O resto, di Grassi vai dizer depois de testar.