E de repente a Fórmula 1 pensa em ficar um bocadinho a mais nos Estados Unidos.
Austin 2012 é uma certeza, mas agora andam pensando em New Jersey para 2013.
Seria às margens do rio Hudson, mostrando Manhattan e coisa e tal.
É claro que a coisa toda envovlve grana.
Por tradição não é. Por interesse público, muito menos.
Ou alguém esqueceu dos clarões que apareciam nas arquibancadas de Indianapolis?
De qualquer forma, melhor duas corridas nos Estados Unidos do que uma no meio do deserto, em mais um circuito travado.
E também dá pra recordar algumas coisas.
Como estas, por exemplo...
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
É fogo!
Fórmula 1 funciona mais ou menos assim:
O cara sai de uma bola de fogo e a equipe diz que ele foi o culpado por isso.
Superaqueceu os freios.
Não é mais fácil mandar passar no Departamento Pessoal de uma vez?
A propósito: vejam o vídeo antes que tio Bernie passe a tesoura...
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
De volta
Estamos de volta à velha realidade...
A mala que foi para o Rio de Janeiro voltou mais pesada.
Dentro dela, novas possibilidades, realidades, amizades e um aprendizado para jamais ser esquecido.
Tour do Rio de Ciclismo.
Foram cinco dias malucos, insanos, sem noção e inesquecíveis.
Já escrevi bastante sobre o Ciclismo, mas vi que havia e ainda há muito a ser aprendido.
Uma prova curta, com largada e chegada no mesmo local em uma manhã de domingo é uma coisa.
Ir de uma cidade a outra, enfrentando estrada, subidas, descidas, serras e afins é outra completamente diferente.
Vi o número de pessoas que precisam ser envolvidas para que um torneio vire realidade. Prefeituras, Polícia Militar, Polícia Rodoviária, Bombeiros, médicos...
Vi o apoio que os atletas recebem das equipes. Precisou de mais isotônico? Problemas com pneus? A equipe está ali ao lado. Troca-se o pneus de uma bicicleta com a rapidez de uma equipe de Fórmula 1.
Um mecânico sozinho...
Os ciclistas, uns heróis. Pedalaram mais de 800 km em cinco dias. Muitos desses quilômetros em subidas insanas, debaixo do sol forte, enfrentando um desgaste violento.
O preço de tudo isso? Bom, o prêmio para o campeão é muito menor que o salário de muito jogador...
Ciclistas que não têm máscara, não têm marra. São humildes, viram seus amigos. Estão felizes porque você está ali para divulgar aquilo que eles são capazes. Querem que você mostre e colaboram ao máximo com o seu trabalho.
Vi como as cidades recebem os ciclistas. Na maioria delas, com aplausos, bandeiras do Brasil, fotos. O mesmo aconteceu nas estradas. O tráfego interrompido para a passagem da caravana não vinha acompanhado de brigas e buzinaços. Vinha com sorrisos e incentivo.
Em Três Rios, vi a feliciade de um povo por receber o evento. Vi as pessoas dizerem "estamos felizes porque vocês estão aqui".
A ponto da Prefeitura oferecer a sala da Coordenadoria de Comunicação para que os jornalistas pudessem enviar suas matérias.
Porque no Hotel Sarandy a internet não era lá essas coisas.
Mas no Hotel Sarandy tinha jantar feito na hora, de última hora e fora dos planos, só porque 3 ou 4 resolveram jantar por lá mesmo.
Porque no Hotel Sarandy tinha a dona Marta e o seu Toninho, pessoas que tratam os hóspedes como se fossem filhos.
Um carinho como poucas vezes vi na vida.
"Do que vocês gostam?" "Estão se sentindo bem?"
Seu Toninho foi o mesmo que às 6h30 de uma manhã gelada chegou no restaurante com um sorriso sincero e um pote de bolinhos de chuva feitos na hora.
Quentes...com um sabor inesquecível...
Inesquecível como as amizades. Porque chegar a um lugar sem conhecer absolutamente ninguém e sair de lá com mais de 10 novos amigos, para um cidadão seco e envergonhado como este que vos escreve não é fácil.
Mas foi o que aconteceu...
Impossível esquecer de Ricardo Palmeira, do Jornal "A Tarde", da Bahia, Vanessa Cardoso, assessora de Imprensa Factória, Juliana Rigotti, do Terra, do grande Cláudio Nogueira, do jornal O Globo, um dos maiores conhecedores da história do futebol que já vi, do Lucas de Tomaso, do Esporte Interativo, um garoto que vai muito longe, da Marina Pirozi, da TV Lance! RJ, do Luiz Paulo Montes, do Lance!, com quem tive um entrosamento fenomenal, do Leandro Bittar e do Tadeu Matsunaga, da VO2, jornalistas com conhecimento extremo sobre o Ciclismo, da Carol Fontes, do Globoesporte.com, a workaholic, do Hylario Guerrero, da Cyclomagazine, sujeito extremamente decente, do Carlyle, do Jornal do Commércio, de Recife, da Viviane Barreto, do Sportv e, claro, sempre, do Álvaro Divardin, o "e daí", curitibano que tem uma boa conversa e algo bom a dizer sobre...qualquer assunto. Cidadão de uma decência como poucos.
E claro, evidente, os mais sinceros agradecimentos às jornalistas Manoela Penna e Fernanda Villas, assessoras de Imprensa do evento, pessoas que durante cinco dias enfrentaram um batalhão de jornalistas que perguntavam tudo o tempo todo.
E foram extremamente profissionais.
Vai ser difícil esquecer a locução do Bacana, o Sidney White, na largada e na cheghada de cada etapa, com um âninmo inexplicável. Vai ser difícil esquecer o Felipe, locutor da rádio do Tour, que passava as informações durante a prova, mandava umas músicas maneiras e dava o "bom dia" a todos, um por um.
Mais difícil ainda será esquecer Luísa Sodre, a "maluca" que resolveu organizar um evento dessa grandeza. Uma baiana porreta que não tem medo. Mete as caras e vai. Vai e consegue.
Não, não vou esquecer. Essa vai ficar na memória a vida inteira.
Espero que não seja uma experiência que começa e acaba.
Espero que não vire passado, mas que se torne presente novamente logo.
Porque foi cansativo, estressante, maluco...e espetacular...
A mala que foi para o Rio de Janeiro voltou mais pesada.
Dentro dela, novas possibilidades, realidades, amizades e um aprendizado para jamais ser esquecido.
Tour do Rio de Ciclismo.
Foram cinco dias malucos, insanos, sem noção e inesquecíveis.
Já escrevi bastante sobre o Ciclismo, mas vi que havia e ainda há muito a ser aprendido.
Uma prova curta, com largada e chegada no mesmo local em uma manhã de domingo é uma coisa.
Ir de uma cidade a outra, enfrentando estrada, subidas, descidas, serras e afins é outra completamente diferente.
Vi o número de pessoas que precisam ser envolvidas para que um torneio vire realidade. Prefeituras, Polícia Militar, Polícia Rodoviária, Bombeiros, médicos...
Vi o apoio que os atletas recebem das equipes. Precisou de mais isotônico? Problemas com pneus? A equipe está ali ao lado. Troca-se o pneus de uma bicicleta com a rapidez de uma equipe de Fórmula 1.
Um mecânico sozinho...
Os ciclistas, uns heróis. Pedalaram mais de 800 km em cinco dias. Muitos desses quilômetros em subidas insanas, debaixo do sol forte, enfrentando um desgaste violento.
O preço de tudo isso? Bom, o prêmio para o campeão é muito menor que o salário de muito jogador...
Ciclistas que não têm máscara, não têm marra. São humildes, viram seus amigos. Estão felizes porque você está ali para divulgar aquilo que eles são capazes. Querem que você mostre e colaboram ao máximo com o seu trabalho.
Vi como as cidades recebem os ciclistas. Na maioria delas, com aplausos, bandeiras do Brasil, fotos. O mesmo aconteceu nas estradas. O tráfego interrompido para a passagem da caravana não vinha acompanhado de brigas e buzinaços. Vinha com sorrisos e incentivo.
Em Três Rios, vi a feliciade de um povo por receber o evento. Vi as pessoas dizerem "estamos felizes porque vocês estão aqui".
A ponto da Prefeitura oferecer a sala da Coordenadoria de Comunicação para que os jornalistas pudessem enviar suas matérias.
Porque no Hotel Sarandy a internet não era lá essas coisas.
Mas no Hotel Sarandy tinha jantar feito na hora, de última hora e fora dos planos, só porque 3 ou 4 resolveram jantar por lá mesmo.
Porque no Hotel Sarandy tinha a dona Marta e o seu Toninho, pessoas que tratam os hóspedes como se fossem filhos.
Um carinho como poucas vezes vi na vida.
"Do que vocês gostam?" "Estão se sentindo bem?"
Seu Toninho foi o mesmo que às 6h30 de uma manhã gelada chegou no restaurante com um sorriso sincero e um pote de bolinhos de chuva feitos na hora.
Quentes...com um sabor inesquecível...
Inesquecível como as amizades. Porque chegar a um lugar sem conhecer absolutamente ninguém e sair de lá com mais de 10 novos amigos, para um cidadão seco e envergonhado como este que vos escreve não é fácil.
Mas foi o que aconteceu...
Impossível esquecer de Ricardo Palmeira, do Jornal "A Tarde", da Bahia, Vanessa Cardoso, assessora de Imprensa Factória, Juliana Rigotti, do Terra, do grande Cláudio Nogueira, do jornal O Globo, um dos maiores conhecedores da história do futebol que já vi, do Lucas de Tomaso, do Esporte Interativo, um garoto que vai muito longe, da Marina Pirozi, da TV Lance! RJ, do Luiz Paulo Montes, do Lance!, com quem tive um entrosamento fenomenal, do Leandro Bittar e do Tadeu Matsunaga, da VO2, jornalistas com conhecimento extremo sobre o Ciclismo, da Carol Fontes, do Globoesporte.com, a workaholic, do Hylario Guerrero, da Cyclomagazine, sujeito extremamente decente, do Carlyle, do Jornal do Commércio, de Recife, da Viviane Barreto, do Sportv e, claro, sempre, do Álvaro Divardin, o "e daí", curitibano que tem uma boa conversa e algo bom a dizer sobre...qualquer assunto. Cidadão de uma decência como poucos.
E claro, evidente, os mais sinceros agradecimentos às jornalistas Manoela Penna e Fernanda Villas, assessoras de Imprensa do evento, pessoas que durante cinco dias enfrentaram um batalhão de jornalistas que perguntavam tudo o tempo todo.
E foram extremamente profissionais.
Vai ser difícil esquecer a locução do Bacana, o Sidney White, na largada e na cheghada de cada etapa, com um âninmo inexplicável. Vai ser difícil esquecer o Felipe, locutor da rádio do Tour, que passava as informações durante a prova, mandava umas músicas maneiras e dava o "bom dia" a todos, um por um.
Mais difícil ainda será esquecer Luísa Sodre, a "maluca" que resolveu organizar um evento dessa grandeza. Uma baiana porreta que não tem medo. Mete as caras e vai. Vai e consegue.
Não, não vou esquecer. Essa vai ficar na memória a vida inteira.
Espero que não seja uma experiência que começa e acaba.
Espero que não vire passado, mas que se torne presente novamente logo.
Porque foi cansativo, estressante, maluco...e espetacular...
terça-feira, 26 de julho de 2011
RJ
O blog deve ficar meio esquecido nos próximos dias.
Enquanto escrevo este post, a mala está pronta para ser fechada, o espaço na mochila para o notebook está reservado, a bateria reserva do celular está carregada.
Logo mais, sigo para o Rio de Janeiro.
Vou trocar quatro todas por duas e o motor por pedaladas.
Acompanharemos o Tour do Rio de Clclismo.
Na pauta, Angra dos Reis, Volta Redonda, Três Rios, Teresópolis, Rio das Ostras...
Mais de 800 km de competição.
Volto só no fim de semana, quando o GP da Hungria estiver com sua história construída e escrita.
Se der, se as horas permitirem e se as conexões não me traírem, passo por aqui para dizer como estão as coisas.
Caso contrário, a gente se fala depois da Hungria.
Sobre a Hungria...
Enquanto escrevo este post, a mala está pronta para ser fechada, o espaço na mochila para o notebook está reservado, a bateria reserva do celular está carregada.
Logo mais, sigo para o Rio de Janeiro.
Vou trocar quatro todas por duas e o motor por pedaladas.
Acompanharemos o Tour do Rio de Clclismo.
Na pauta, Angra dos Reis, Volta Redonda, Três Rios, Teresópolis, Rio das Ostras...
Mais de 800 km de competição.
Volto só no fim de semana, quando o GP da Hungria estiver com sua história construída e escrita.
Se der, se as horas permitirem e se as conexões não me traírem, passo por aqui para dizer como estão as coisas.
Caso contrário, a gente se fala depois da Hungria.
Sobre a Hungria...
Segunda volta
26 de julho de 2011.
O Autobola completa dois anos de existência.
Foram quase 900 postagens até aqui.
Algumas inteteressantes, outras nem tanto.
Algumas aproveitando os assuntos da ocasião, outras mostrando o que pouca gente sabia, mas que muita gente precisava saber.
Mas o que não muda e o que sempre foi o mote deste espaço é o compromisso com você que acessa este endereço.
Porque um blog é uma ferramente muito pessoal em todos os sentidos.
Tanto de quem escreve, quanto de quem lê e comenta.
Não foi um ano bom, eu sei.
Não foi igual ao primeiro ano, eu sei.
No primeiro ano, havia muito acessos, muitos comentários, muita polêmica.
Muita gente concordou comigo, discordou, mas todos com elegância, como deve ser.
Não foi o caso deste ano.
Os acessos caíram demais, praticamente deixaram uma bola de feno aqui.
Penso em desistir. me mantenho pelo prazer de escrever sobre o que gosto.
Tem o Maurício Branzani como único comentarista fiel deste espaço. Comenta sobre quase tudo.
Tenho pessoas que dizem acompanhar, embora não os veja por aqui.
Ainda não desisti, mas não sei até quando a paciência vai durar.
De qualquer forma, se você leu este post até aqui, é porque acessou o blog.
E fica a você o meu agradecimento.
Você deve ser um dos motivos para continuar.
Muito obrigado...
Telê, 80
Se estivesse entre nós, Telê Santana completaria 80 anos.
Diziam que ele era pé frio.
Pergunte a qualquer torcedor do São Paulo se isso era verdade.
Gratidão eterna...
Diziam que ele era pé frio.
Pergunte a qualquer torcedor do São Paulo se isso era verdade.
Gratidão eterna...
Depois de Nürburgring
A Ferrari prometeu um carro agressivo para 2012.
Em que pese ter um piloto agressivo desde 2010, que se mostra muito mais agressivo em 2011.
Ou desistiu de vez de tentar qualquer coisa nesta temporada, ou tirou a própria responsabilidade.
Se vencer depois desse discurso, conseguiu mais do que se esperava. Caso contrário, ninguém esperava nada mesmo...
Nick Heidfeld errou sozinho em Nürburgring.
Há quem diga que perdeu o respeito na Renault.
Há quem acredite que Bruno Senna tirou o macacão do guarda-roupa só para tomar um ar...
A Fórmula 1 segue para a Hungria.
O campeonato continua decidido, mas agora com um pouco mais de graça...
Em que pese ter um piloto agressivo desde 2010, que se mostra muito mais agressivo em 2011.
Ou desistiu de vez de tentar qualquer coisa nesta temporada, ou tirou a própria responsabilidade.
Se vencer depois desse discurso, conseguiu mais do que se esperava. Caso contrário, ninguém esperava nada mesmo...
Nick Heidfeld errou sozinho em Nürburgring.
Há quem diga que perdeu o respeito na Renault.
Há quem acredite que Bruno Senna tirou o macacão do guarda-roupa só para tomar um ar...
A Fórmula 1 segue para a Hungria.
O campeonato continua decidido, mas agora com um pouco mais de graça...
domingo, 24 de julho de 2011
Power decolou
Deu Will Power no aeroporto em Edmonton.
Não tomou conhecimento da pole de Takuma Sato, ultrapassou o japonês na 20ª volta e seguiu para a vitória.
Levou uma pressão imensa de Hélio Castroneves nas últimas 14 voltas, mas soube suportar as ameaças do companheiro de Penske.
Lá não tem jogo de equipe. "Se matem na pista e parabéns a quem vencer".
Castroneves foi ao pódio, em segundo e levou Dario Franchitti em terceiro.
Tony Kannan cruzou em quatro lugar.
Na classificação, Franchitti é o líder, com 353 pontos. Power tem 298 e Scott Dixon 270.
Próxima etapa, Mid-Ohio, dia 7 de agosto.
#Uruguai
Nem sempre um campeonato eliminatório dá o título ao melhor.
Não foi o caso da Copa América.
O Uruguai mereceu a taça.
Não por apresentar um futebol de encher os olhos, mas o suficiente para vencer a competição.
Tem talentos individuais? Sim, mas o conjunto faz a obra.
Tem Forlán, mas que andava de mal com as redes. Foi à forra...
Tem Suárez, ótimo, excelente, decisivo.
Tem Alvaro Pereira, um armador como há pouco se via.
Tem Cáceres, leão na marcação e excelente condutor na via defesa/ataque.
Tem Lugano na defesa. Não precisa falar muito mais.
Tem Muslera no gol. Uma muralha.
Tem Oscar Tabarez. Ovacionado ao receber a medalha. O 'cara' que deu a cara ao time.
Foram 16 anos de espera, de decadência, de angústia.
O Uruguai reviu os conceitos, buscou, lutou, se reergueu.
Foi ao Mundial de 2010. Chegou em quarto.
Foi à Copa América. Eliminou os donos da casa. Foi ao título.
Sim, a Copa América quase premiou o futebol feio. Quase deu o título a quem não venceu nenhuma.
Mas nem sempre um torneio eliminatório premia os retranqueiros.
Que bom que essa foi a história da Copa América 2011...
Nürburgring - a graça da F1
Não foi uma das melhores corridas da temporada. Foi uma das melhores corridas de todos os tempos.
E não é ironia. É fato.
Não só pela vitória de Lewis Hamilton, muito menos por Sebastian Vettel ter cruzado em quarto lugar, quando poderia ser quinto, o que aumenta um pouco mais a graça do campeonato.
O que tornou o GP da Alemanha sensacional foi a forma como a corrida se desenhou. Passou longe de ser aquela prova da fila indiana, das posições inalteradas, do sono.
Foi impossível dormir.
Mark Webber, por exemplo, cochilou e a pole conquistada no sábado foi para o vinagre. Hamiolton largou em segundo, foi mais esperto e pulou na frente. Fernando Alonso, que saiu em quarto, ganhou a posição de Vettel, o terceiro.
Já seriam mudanças suficientes, mas tinha muito mais por vir. Alonso espalhou e Vettel retomou o terceiro lugar. A briga continuou e Alonso passou novamente.
Vettel, então, mostrou ser o bom e velho Vettel, aquele que sob pressão ou tendo que pressionar se precipita. Rodou sozinho. Não comprometeu nada, mas rodou sozinho.
Lá atrás, Sebastien Buemi tocou estranhamente na Renault de Nick Heidfeld e tirou um dos seis alemães da prova.
Até aí, apenas 10 voltas haviam passado.
Na volta 12, quando a janela de pits deveria ser aberta, Webber foi para cima e passou Hamilton na entrada da reta dos boxes. Na saída da mesma resta, a briga continuou e Hamilton tomou a primeira colocação de volta.
Enquanto isso, Massa começava a fazer jus à menção honrosa ao ultrapassar Nico Rosberg e pegar a quinta colocação.
Os pits começaram na volta 15, com Webber. Mas o melhor viria na volta seguinte, quando Hamilton e Alonso entraram ao mesmo tempo. Os dois saíram dos boxes nessa sequência, quase juntos e encontraram Webber, àquela altura o primeiro e Massa, herdando a segunda colocação por ainda não ter parado.
Os quatro quase se tocaram. A sequência ficou Webber, Massa, Hamilton e Alonso.
Massa entrou na volta seguinte e conseguiu voltar à frente de Vettel.
As coisas não mudaram muito até a volta 30, quando Webber entrou novamente, levando Hamilton junto. Melhor para o inglês, que voltou na frente.
O melhor viria na volta 33, quando Alonso entrou nos boxes e saiu centímetros à frente de Hamilton e Webber. A voltinha a mais do inglês deu a ele o aquecimento ideal dos pneus para ultrapassar o espanhol. A coisa foi montada com Hamilton, Alonso e Webber.
Como todo mundo estava decidido a ir de pneus macios, mais rápidos, os compostos duros ficaram para as últimas 10 voltas, o que poderia, em tese, mudar a história.
Não mudou.
Hamilton, líder, entrou na volta 51 e Alonso assumiu a ponta. Três voltas depois, foi a vez do espanhol entrar. Webber assumiu, mas teve de entrar na volta 57. E a sequência ficou como estava: Hamilton, Alonso e Webber.
Acabou?? Não...
Massa e Vettel entraram nos boxes na última volta.
A Red Bull realizou uma excelente troca de pneus.
A Ferrari não...
Melhor para o alemão, que tomou o quarto lugar no pit lane.
Enquanto isso, Hamilton festejava a 15ª vitória da carreira, com Alonso em segundo e Webber em terceiro.
Vettel continua disparado na frente, com 216 pontos, seguido por Webber (139), Hamilton (134) e Alonso (130).
Mudou o campeonato?
Não.
Mas os conceitos mudaram bastante...
E não é ironia. É fato.
Não só pela vitória de Lewis Hamilton, muito menos por Sebastian Vettel ter cruzado em quarto lugar, quando poderia ser quinto, o que aumenta um pouco mais a graça do campeonato.
O que tornou o GP da Alemanha sensacional foi a forma como a corrida se desenhou. Passou longe de ser aquela prova da fila indiana, das posições inalteradas, do sono.
Foi impossível dormir.
Mark Webber, por exemplo, cochilou e a pole conquistada no sábado foi para o vinagre. Hamiolton largou em segundo, foi mais esperto e pulou na frente. Fernando Alonso, que saiu em quarto, ganhou a posição de Vettel, o terceiro.
Já seriam mudanças suficientes, mas tinha muito mais por vir. Alonso espalhou e Vettel retomou o terceiro lugar. A briga continuou e Alonso passou novamente.
Vettel, então, mostrou ser o bom e velho Vettel, aquele que sob pressão ou tendo que pressionar se precipita. Rodou sozinho. Não comprometeu nada, mas rodou sozinho.
Lá atrás, Sebastien Buemi tocou estranhamente na Renault de Nick Heidfeld e tirou um dos seis alemães da prova.
Até aí, apenas 10 voltas haviam passado.
Na volta 12, quando a janela de pits deveria ser aberta, Webber foi para cima e passou Hamilton na entrada da reta dos boxes. Na saída da mesma resta, a briga continuou e Hamilton tomou a primeira colocação de volta.
Enquanto isso, Massa começava a fazer jus à menção honrosa ao ultrapassar Nico Rosberg e pegar a quinta colocação.
Os pits começaram na volta 15, com Webber. Mas o melhor viria na volta seguinte, quando Hamilton e Alonso entraram ao mesmo tempo. Os dois saíram dos boxes nessa sequência, quase juntos e encontraram Webber, àquela altura o primeiro e Massa, herdando a segunda colocação por ainda não ter parado.
Os quatro quase se tocaram. A sequência ficou Webber, Massa, Hamilton e Alonso.
Massa entrou na volta seguinte e conseguiu voltar à frente de Vettel.
As coisas não mudaram muito até a volta 30, quando Webber entrou novamente, levando Hamilton junto. Melhor para o inglês, que voltou na frente.
O melhor viria na volta 33, quando Alonso entrou nos boxes e saiu centímetros à frente de Hamilton e Webber. A voltinha a mais do inglês deu a ele o aquecimento ideal dos pneus para ultrapassar o espanhol. A coisa foi montada com Hamilton, Alonso e Webber.
Como todo mundo estava decidido a ir de pneus macios, mais rápidos, os compostos duros ficaram para as últimas 10 voltas, o que poderia, em tese, mudar a história.
Não mudou.
Hamilton, líder, entrou na volta 51 e Alonso assumiu a ponta. Três voltas depois, foi a vez do espanhol entrar. Webber assumiu, mas teve de entrar na volta 57. E a sequência ficou como estava: Hamilton, Alonso e Webber.
Acabou?? Não...
Massa e Vettel entraram nos boxes na última volta.
A Red Bull realizou uma excelente troca de pneus.
A Ferrari não...
Melhor para o alemão, que tomou o quarto lugar no pit lane.
Enquanto isso, Hamilton festejava a 15ª vitória da carreira, com Alonso em segundo e Webber em terceiro.
Vettel continua disparado na frente, com 216 pontos, seguido por Webber (139), Hamilton (134) e Alonso (130).
Mudou o campeonato?
Não.
Mas os conceitos mudaram bastante...
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