sábado, 26 de fevereiro de 2011

Ê, fase

Diretoria do Atlético-MG entra em contato com a diretoria do Santos.
Quer devolver Fábio Costa.
Não gostou.
Como se fosse uma mercadoria adquirida nas Casas Bahia.
O produto não agradou, devolve e estamos conversados.
O Santos disse não.
Se quis, agora aguenta até o final.
O Santos também não quer.
E Fábio Costa virou uma batata quente.
Aos 33 anos, com passagem por Seleção, duas vezes campeão brasileiro, duas vezes campeão paulista.
Mas o que importa a história?
Interessa o presente.
No qual o ser humano pode ser desrespeitado.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Meia palavra basta

"O que aconteceu no Bahrein é desesperadamente triste, mas um mês atrás todos estavam ansiosos para a corrida. Ninguém tinha problema com isso. Se tudo correr em paz, o que espero que aconteça, nós veremos a melhor opção".
Bernie Ecclestone.
Alguma dúvida que a prova vai acontecer??

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Apenas um adiamento

"Estamos vendo como poderemos encaixá-la. Sabemos disso há pouco tempo, então não olhamos isso. Temos que esperar e ver a posição do Bahrein".
Palavras de Bernie Ecclestone.
Por isso, afirmo: o GP do Bahrein não foi cancelado e, sim, adiado.
Só não se sabe para quando.
Uma possibilidade é jogar para 27 de novembro e empurrar o GP do Brasil para 4 de dezembro.
Mesma data da última rodada do Campeonato Brasileiro.
Imaginem se o Corinthians ou o São Paulo jogarem na capital paulista com boas possibilidades de título.
A metrópole travaria de uma vez.
São possibilidades.
Mas com uma certeza:
O GP do Bahrein vai acontecer.
Cedo ou tarde.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A solução

Jogar o GP do Bahrein lá para o final do ano.
Colocá-lo como penúltima prova, entre Abu Dhabi e o Brasil, em novembro.
Essa é a alternativa que a FIA pode oficializar nas próximas horas.
Está evidente que qualquer medida vale mais que o cancelamento da etapa.
As penas e multas seriam estratosféricas.
E Mr Ecclestone não cancela uma corrida nem com morte de piloto, é sempre bom lembrar.
Começo a acreditar bastante nessa possibilidade.
Talvez seja a única saída.
Mas é bem sensata...

Fala demais por não ter nada a dizer

Estamos em uma época de ao menos tentar tornar a rivalidade entre os clubes sadia e me vem uma declaração infeliz como esta:
"O Santos é meu freguês. São quatro ou cinco jogos e quatro vitórias".
Bruno César, meia do Corinthians.
Em 2010, pelo Santo André, Bruno César enfrentou o Santos na primeira fase do Campeonato Paulista e o time dele foi derrotado por 2 a 1. E na primeira partida da final, foi vencido por 3 a 2.
A primeira vitória, portanto, veio na segunda partida decisiva, também por 3 a 2, mas que deu o título ao Santos.
Bruno César só teria uma vitória de fato no primeiro turno do Campeonato Brasileiro, já pelo Corinthians: 4 a 2 no Pacaembu.
Depois veio a vitória na Vila Belmiro, pelo segundo turno (3 a 2) e a última, no Pacaembu (3 a 1)
Mas por que estaria este blogueiro perdendo tempo com Bruno César?
Gasto linhas com um jogador que nada produziu na atual temporada e ainda se acha no direito de falar bobagem e acirrar a rivalidade.
Melhor seria utilizar as mesmas linhas para falar de Liédson, que chegou agora, correspondeu, conquistou a torcida do Corinthians novamente, fez um gol maravilhoso no clássico e não deu nenhuma declaração polêmica.
Esse, sim, sabe ficar por cima.
Outros preferem falar.
Mas tudo bem.
Um dia eu aprendo...

Pra quê?

Leiam
http://www.atribuna.com.br/noticias.asp?idnoticia=80789&idDepartamento=11&idCategoria=0
Leiam novamente
http://www.atribuna.com.br/noticias.asp?idnoticia=80789&idDepartamento=11&idCategoria=0
E entendam:
Não vale a pena!
Foi um jogo...perdeu, perdeu, acabou.
Vamos para o próximo.
O resto é estupidez...

sábado, 19 de fevereiro de 2011

E em Barcelona...

A temporada 2011 está começando a se desenhar.
Sem muittas novidades em relação a 2010.
Em suma: Red Bull/Sebastian Vettel, com Fernando Alonso tentando alguma coisa.
Foi mais ou menos o que aconteceu no segundo dia de treinos em Barcelona.
Alonso teve uma manhã ruim, com duas panes, uma tarde bem melhor, fez o primeiro tempo do período, mas não superou Vettel na contagem geral.
Vettel fez 1min23s315, em 104 voltas.
Jaime Alguersuari colocou a Toro Rosso em segundo, com 1min23s519 em 97 voltas.
Alonso foi só o terceiro, com 1min23s978 em 90 voltas.
E Rubens Barrichello ficou em 4º, com 1min24s008 em 118 voltas.
O comentário de Alonso:
"Tem um mecânico nosso que diz que quando vamos bem em Barcelona o campeonato fica ruim. Quando vamos mal o campeonato fica muito bom para a Ferrari. Não é que estivesse esperando por um problema, mas quando o carro parou, fiquei contente dizendo que este ano vamos bem".
Entendeu?
Eu também não...

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Vai enrolar

Bernie Ecclestone vai aguardar até o último instante para tomar uma decisão sobre o GP do Bahrein.
Não vai cancelar assim, a esmo.
Não se cancela corrida por qualquer motivo.
E para a F1, um protesto qualquer contra o governo local, que tenha um saldo de mortos e feridos, é um motivozinho qualquer.
Mr. Ecclestone fará de tudo para que o GP aconteça.
E a primeira medida será enrolar bastante.
Estamos falando de uma Fórmula 1 com contratos estratosféricos.
Na qual se organiza uma etapa como a da Malásia em 2009, na época mais chuvosa do ano e em um horário no qual chove na região desde o Big Ben.
Tudo para adequar a prova aos horários londrinos e parisienses.
E choveu...e a prova foi interrompida...e Ecclestone afirmava categoricamente que não choveria...
Para haver um cancelamento, então, só se uma grande explosão dizimar o Bahrein.
Fora isso, no máximo teremos uns treininhos cancelados.
Mas isso não envolve TV.
E os euros são bem diminutos...

Arrá!!


"Biografia revela que chefe da F-1 apanhava da ex-mulher e era chamado de 'anão'"
E eu achando que tinham sido os ladrões...

Não agora

Se este blogueiro, que jamais jogou futebol profissionalmente, sabe que jogador gosta de bola e não liga a mínima para o cansaço, um cara experiente como Adilson Batista sabe mais ainda.
Por isso, não sei se seria uma boa a decisão de poupar alguns jogadores para o clássico diante do Corinthians.
São dois motivos: é um clássico e diante do Corinthians.
O corintiano que vive em São Paulo talvez não saiba disso, mas o que vive na Baixada Santista sabe: a rivalidade entre Santos e Corinthians é ferrenha nas praias.
E uma derrota no clássico representa meses de chacota constante.
É o jogo que determina uma série de fatores.
Ou seja, se o treinador poupa jogadores e perde, aguenta depois.
Todos os motivos são plausíveis. Neymar sem dúvida está cansado e o Santos tem uma prioridade, que é a Libertadores.
Assim, poupar atletas em jogos de menor expressão é perfeitamente aceitável.
Mas para um clássico não é o ideal.
E jogador não liga. Quer jogar e pronto.
Veremos o que irá acontecer.